sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Três anos consecutivos de vestibular Big Brother! É estarrecedor!

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Ciranda dos algozes

Atletas no suadouro em busca de índice! Ao mesmo tempo os empastelados cirandando em cima do galinheiro dos "ovos de ouro".

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Tudo se transforma quando acontece o acasalamento da Física & virtual

sábado, 8 de outubro de 2011

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

A praça: Só as Calçolas

Tudo era motivo de festa, muito práticas davam show de bola nas divididas ou seja, no programar e realizar, qualquer coletivo ficaria com água na boca,pois, o cronograma finalizava na exata. Dificuldade? conciliação dos egos! Todas eram perfeitas!! Dar o passe pra outra ou outras, era um reconhecimento doloroso,mas, em nome do sucesso da festa,davam lençois nas picuinhas amesquinhadas,libertavam os melhores sentimentos. Soltavam-se feito pipas na Praça,mostravam abertamentemente seus cacoetes e trê-lê-lês, avançavam, recuavam,sempre com dribles e voos certeiros,as que cuidaram do bem estar familiar colocavam atitudes voluntariosas, curiosas, vasculhavam tudo! As que haviam provido seus familiares eram cautelosas,outras que foram coadjuvantes, mesmo sendo dóceis no trato,seus desabafos e medos,surravam as almas das comadres ouvintes, a convergencia, era a longa estrada rodada, segundo elas:- Retorno! Jamais! Nem pensar!"O que passou,passou"! Levavam nos ombros aprumados ou encurvados seus saldos, acertos, erros,renúncias e vitórias, marcas indeléveis nos registros das suas vidas, no conjunto, elas refloreciam, com vigor! Expulsavam, o cansaço de suas almas/corpos,com gargalhadas desmedidas, simultaneamente, seus rostos refletiam singeleza,foram, protagonistas anônimas do cenário real afetivo, gladiadoras da arte de amar, armadoras no micro e macro social. O revival delas com o passado era estreito,o valorizado,era o sublime presente, principalmente por não haver + podeiros, pelo - alí, no aconchego delas, sentiam-se livres, reaprendiam com os acertos das outras, melhoravam! Entretanto, não era regra, algumas curtiam a "síndrome do saudosismo exagerado", porém, recebiam complacência das amigas quando acontecia de embolarem "passadopresente", do nada, surgia uma escutadeira amiga pra apoiar o desabafo ou fofoca "íntima", tudo pela paz.
Uma das comadres que + misturava os tempos,era a Comadre Flor,vulgo comadre "baixaria",sua imagem: - Corpo meio que rechonchudo,estatura baixa, rosto alegre,muito prestativa, boa de coração, aliás, o que o seu coração sentia, ela externava, abria a boca! Gerando na encolha, entre as demais Comadres, apelido de "Comadre baixaria", Flor, tinha modos, pouco refinado,andava arrastando os pés, falava alto, reparava as roupas das Comadres amigas, olhava-as de cima a baixo,na cara! Não conhecia o "disfarce", cuspia, além da saliva no chão, "lembrançasverdades" pro alto, sua memória era privilegiada, relembrava, fatos que muitas queriam apagar, do atual "bonitinho social", enfim, era o contraponto das falas hipócritas, se auto-intitulava de pessoa franca, abominava FOFOCA! Mesmo assim, as comadres morriam de medo da sua língua, Flor, era um autêntico almanaque,ao jeito dela falava do mundo humano sem fronteira, nesses momentos, ela divertia a turma,com muitas gargalhadas,principalmente, quando começava cartar-se dando inclusão elogiosas ilimitadas as legítimas guerreiras da vida, com tiradas que ia do lúdico ao insano, suas falas eloguentes, causava efeito nas Comadres, "com seu vozeirão, sem papas na língua, dizia":
- Somos as conhecedoras absolutas da vida,
Seremos sempre a maior e eterna cultura,
A começar pelo leite natural! E os cueiros!
Limpamos os fundilhos dos terrestres!
De mãos dadas carregamos nossos filhos
pras Escolas.
Se o mundo humano não está dando certo,
não foi por falta de limpeza!
E de acreditar, sempre no melhor!
Que não venham agora cantar de galos ou de
galinhas! Aliás, os cocorocos põem seus
ovinhos na palha ou algo macio que valha
pra não quebra-los, e os humanos nem assim,
aprendem a amaciarem suas ternuras;
Daí, pra frente soltava muitos palavrões
principalmente pras notícias que valorizavam
os sem cueiros, os que estavam grandes e borrados
Fazendo quebradeiras
Com sua maneira curta e grossa desfechava:
-" Bandos de babacas sem causas".
As comadres que estavam chateadas com os
seus, gargalhavam, recebiam as grossuras
de comadre " baixaria", como Benção pras suas
dores emocionais, fortalecidas
lembravam dos
cueiros, dos seus rebentos
bem lavados e limpinhos
das mãos dadas levando-os
pra Escola,os olhares
tornavam-se líricos.
Comadre "baixaria", captava
as notícias filtrava-as ao
jeito dela e despejava
nos ouvidos das comadres:
Faxinamos as vias públicas, vcs já
perceberam que a gente não pisa e
nem vê + mata borrões no chão:éééhhh!
Fomos nós!
As comadres respondia quase
que em mantra éh! "éhmesmoéhmermo"!
Agora os maiores cientistas do mundo
estão estudando a ciência do "COCÔ".
ÉÉHH! merda global "mermo".
Vamos ver no que vai dar!
as gargalhadas pipocavam no ar.
Os surtos da Comadre Flor,
eram elixir pra
comadralhada,que se incorporavam
na carapuça com poses de bem
feitoras e LENDÁRIAS
na fugaz vida terrena.

sábado, 1 de outubro de 2011

A praça: Senhoritos - longevidade

Comadre Senhorita, era considerada,porta estandarte da felicidade, não só pelas amigas da Praça,mas, também na cidade; Todas as tardes ela e o marido chegavam de mãos dadas na praça, delicados, de poucas falas muito suaves, esses atributos os tornavam notáveis, emanavam paz;
Dna. Senhorita só tinha uma restrição,não gostava que perguntassem sua idade, dizia "saúde é que importa, idade é bobagem",todas respeitavam seu segredo, porém, entre cochichos calculavam sua possível idade, bodas de prata, bodas de OURO, aliás,todas as comadres,foram na festança,do "OURO", foi de tirar o fôlego de tanto que dançaram, os filhos já com alguma idade, netos, bisnetos, recentemente havia nascido sua tataraneta; As conclusões eram dísparas,mas, o + estimulante pra todas era a estória deles, perpassavam uma lenda de Felicidade, fofoca doce, só no item idade.
-Dna.Senhorita e seus relatos:
- Nascemos e fomos criados na "LONA"! Rodamos por muitas estradas adquirimos os valores da itinerância circense, no respeito e admiração pelo peculiar talento de cada ser, ascendemos dentro de profundos desafios que nossos familiares e amigos nos incultiram nas suas práticas cotidianas, donde, após, muito suor e treino, chegavam a maestria do movimento,subiam no palco exultantes oferecendo o seu melhor pro público,este por sua vez respondiam com calorosos aplausos, a bilheteria simplesmente era a manutenção física dos circenses,portanto,quando resolvemos modificar nossas vida, escolhemos a cidade do nosso coração,não alteramos em nada nossos valores, mesmos aportados, dois dos nossos filhos seguiram na vida itinerante circense juntando-se aos outros familiares; Pelo parentesco dos senhoritos a cidade sempre era contemplada com a visita do circo;
Quando o circo chegava na cidade, o casal dos Senhoritos rejuvenesciam ao recordarem suas atuações na arte do trapézio, até demonstrações faziam,causando júbilo geral, com o aparato e cuidado da família, dado a idade dos mesmos,assim, aumentava as boas lendas/fofocas,da cidade, com a riqueza de terem "troféus vivos";
Dna. Senhorita quando tocava no assunto da sua trajetória de vida,dizia tudo tem dado certo nas nossas vidas, porque aprendemos paulatinamente a entender a paixão; A arte circense foi, e é a nossa Escola, Dna Senhorita, dava o seu recado com logaminidade, a repercursão de sua estória entrava nas casas das amigas,e seguia caminhos inimagináveis, principalmente, quando ela dizia que o trabalho individual virá excelência quando todos indistintamente coloca o seu esforço, brutalidade é obstrutora da inteligência! Dava um sorriso pras amigas ao mesmo tempo fitava o longe.