sexta-feira, 10 de junho de 2011

Dialeto das emoções

Sufoco emocional no invisível, ou seja, cárcere social,deixando corpos e almas sempre famintas, na imensa incerteza do hoje e do amanhã, independente do tempo de vida, o malabarismo no viver, deixa pouco tempo pra sonhar por conta própria, o infinito das dificuldades turva "a geral", originando "impaciência", ela cresce formando dialetos construidos pela incompreensão, a força física "é chamada", ocasionando + dor, tanto do corpo quanto da alma, os interceptores são acionados, a paciência norteadora do bem viver, vai pra "escanteio", os medos tomam posição na linha de gol, pernadas, raquetadas, no olhar da simplicidade, é visto que o oriundo, é a "desinformação", as necessidades especiais ficam imperceptivéis;
A luta pelo horizonte azul é obsessiva, não de forma poética! De fuga! Fugir da realidade forte e desrespeitosa que a vida se apresenta, os livros não conseguem descrever o dialeto emocional prático, assim, o encurtamento no entendimento dos letrados, que criaram a civilização, naõ conseguiram equilibrar intelecto emoção e físico,daí, os múltiplos dialetos emocionais,eles vão se subdividindo imitando o formato social, distanciando-os das melhores emoções, deixando como saldo restos de impaciência pra compor os ricos interiores, enfeitar externo, não é solução! A vida é orgânica!
Portanto, as lacunas precisam de flores pra cultivar o BEM QUERER.
Ofereço a Luz do SOL.

1 comentários:

Anônimo disse...

Oi Nedja!! acabei de ler Dialeto. fantastico ! Perfeito! adorei.é a vida! bjos..amei.