sábado, 31 de dezembro de 2011

Careta 2011

Nos últimos dias pra encerrar o "nobre Ano", vemos de forma desesperançosa uma careta mirim fazendo carreira prematuramente. QUE 2012 possamos ver milhões de sorrisos de crianças nos focos das grandes decisões do BRASIL, com boas Escolas principalmente boas merendas, armação de novas gerações saudáveis; QUE os arrecadadores do PAÍS, revertam esse momento triste de mentiras compulsivas, tornando-se realmente gestores pro bem da NAÇÃO; QUE o país tenha foco na CIÊNCIA pra saúde prosperar, inclusive pra eles que estão com as caras a tapas, o trabalho dará a dignidade pra não ficarem muito esfolados nesse triste e lacrimoso "passadopresente"dos "Brasileirinhos"; QUE as famílias e os professores façam uma grande união na emergência que se faz presente no País EDUCAÇÃO PÚBLICA, sem xiitagem partidárias BRASIL É BRASIL soberano é o desejo de todos. QUE o menino "sem Escola do Nobre Senador", seja incluido numa Escola sem participar + do passado velhaco que vimos, como se tivesse remetido o presente pra época de D.PEDRO, "AVE MARIA"; QUE o "S..T..F.."revertam suas posturas pra civilidade e o futuro seja o norte de suas cabeças AMÉM

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Careta mirim deu o foco da balbúrdia instalada no PAÍS, seu progenitor e cúmplice rindo com cara de:- Gruta de pedra lascada! Os S uspeitos T ramando F ud.. a democracia do BRASIL, simples né! Os vendáveis escondidos nas letras maiúscula S T F......... Pra que voto!? Se é tudo na base do tamanCÃO......... buábuábuá.......LÁGRIMAS

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Conversa ao pé do boteco, aee! Tá pensando que meu bolso é político! Né nãooo

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Então éh Natal.....música

Natal redemoinho! Fato que não chegou agora, vem caminhando devagar ao longo das últimas décadas, por exemplo:- Programas de auditórios, "Vocês querem bacalhau"! A pança do animador Chacrinha balançando atoa. Com passividade a freguesia da única mídia popular da época o assistia, entretanto, não havia como interagir cada um no seu próprio cercado, inquestionavelmente foi o começo do gran papel social, desfrutamos hoje o efeito do Natal Redemoinho, que a cada ano se faz nascer milhares de Jesus sem cruz, e o que é melhor são seres incansáveis em mostrar o da Cruz, como a pedra preciosa de partida para novas esperanças, aos olhos e ouvidos de todos, ornamentações originais nas suas réplicas, pedir benções pra família e pra todos indistintamente, e assim, barney saiu do núcleo das pedras pras ruas. As "Curingonas dos lares", caprichando nas fartas e deliciosas ceias, artifícios incomensuráveis na noite de Natal, pra se chegar ao pico dos melhores momentos consequentemente levantar boas emoções e recordações, bem, nem sempre se consegue alcançar agregação perfeita mas, a persistência faz parte, mesmo que falte alguém no presente, deixaram marcas, pra festa sempre continuar.
A visão do comércio e da indústria, são presenciais desbravam na frente do pensavel, as novas saídas pros bolsos dos sublimes TRABALHADORES, por etapa:- presente pra todos,carencia material! Amigo oculto! Pronto, balançou o comércio e a industria virando "inimigo oculto deles" por sua vez os lares num refrão do inconsciente social: - Presentes pras CRIANÇAS! Oculto pros grandes! daí, sem perceber o social foi agindo silenciosamente, proliferando ocultos nos lugares de convivência, mesmo assim, o passado ainda batia junto em números e quantidade, a população foi aumentando as dificuldades em rítmo galopante,mexeu de novo no inteiro da sociedade, daí, a tecnologia virtual deu os braços sem galope com pontaria, bateu firme no eixo dos acontecimentos recentes, unindo todos os segmentos nesse novo tempo mostrando tudo sem censura vidas vidas vidas os tesouros do país feitos de lixos ambulantes, os corações balançaram a sinfonia agregou milhares de natalinos, as redes sociais com profunda importancia nos recém acontecimentos a mídia antiga correu pra buscar podium mas, agora tudo é visto sem filtro através das redes sociais, o nome fala por si só, tacada geral, é esse o Natal redemoinho, espelhado refletindo de forma instantanea pra todos, os louros não é mais de ninguém e sim dos feitos sem endereço sem nome no máximo alguns bons artistas podem interpretar o fenômeno do Natal redemoinho, e assim o escondidinho acabou a célere frase fala tudo "amor com amor se paga"....
Feliz Natal redemoinho pra todos, que esse redemoinho sirva de esplanação pras boas esperanças que nos cercam que o comércio e a indústria que representam a base da civilização estejam sempre com as cores bases da vida atemporal, o verde das matas e dos rios, o amarelo do Sol e das espigas de milhos, o azul dos mares e do céu, que o povo sempre na dificil escolha entre o joio e o trigo levante a nossa bandeira com orgulho de ser cidadão BRASILEIRO, com cadernos lápis livros e alimentos pagos com o seu trabalho andando nas infinitas avenidas sociais, que as redes sociais continuem levando compreensão em prol da civilização e da Paz . Feliz NATAL REDEMOINHO pra todos. AMÉM!

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Os "caraminguados" sentados sobre sacos das moedas, contando estórias divertidas......
É Gibi infantil REAL dos altinhos, eles se acham os donos do cirCÃO auauauau"......
"RISOS".

domingo, 4 de dezembro de 2011

domingo, 20 de novembro de 2011

Lembranças

Apreensão lá se vai pra tratar um dente que quebrou, chega no local faz todo o protocolar da maneira de pagamento e espera a vez....em seguida é chamada apresentação dentro do curricular social do atendimento e o começo acontece uma pequena radiografia pra iniciar o conserto, logo vem o veredicto! A raíz está perfeita e assim a profissional começa juntamente com sua auxiliar o tratamento, a boca aberta olhos atentos de todos ou seja a dona do dente que havia quebrado, da profissional e da auxiliar, tudo acontece dentro do previsto que a ciência atual ensinou, porque escrever algo do cotidiano que aparentemente é bem desinteressante,diário! Não! Analogia pura e simples dentro do social da civilidade que todos nós vivemos a ciência expande com novos conceitos, entretanto, os acertos do passado são preservados aliás, lembrança de um dentista num passado bem longe foi de maneira tribal dos cara-pálidos no RIO DE JANEIRO,que para não ser esquecido homenagearam-o com a PRAÇA TIRADENTES donde, comporta dois teatros, o movimento humano usa-a no cotidiano e a noite pras boas fantasias teatrais. Éh! a vida tem suas facetas bem engraçadas! Quando se pega a radiografia social e de forma "mendiprincipesca", pescando efeitos pelas bocas comprometidas com os seus iquais, sem estatística no chutómetro esses =s representam 0,0000% dos cento noventa milhões de habitantes "humanos" tem + vivos no "continente BRASIL", mas não é o caso agora de mencionar, assunto muito difícil pra leiga. Falar que a pele negra e a mulher é o foco dos problemas! Estranho! Daí, percebo que a dentista acertou radiografou com precisão, comprometida com o estudo que naturalmente sua família priorizou portanto, ela tem responsabilidade e comprometimento, quando estudei nas Escolas Públicas até a universidade Pública, minhas amigas que tinham peles pardas, negras, brancas independente da cor conseguiram ingressar na cidadania brasileira,algumas tornaram-se profissionais de ponta. Acho que os "mendiprincipescas/os" tem que rodar de novo atrás dos técnicos pra não darem cambalhotas inconsequentes.Só isso sem partido com Brasil!

terça-feira, 15 de novembro de 2011

Som do eterno adolescente só alegria Ringo Starr! Starr....Estar..... na bateria distribuindo generosidade pra qualquer um entender independente de idioma!

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Vidas flores natureza é a reversão! É o crédito verdadeiro e irrefutável de poder acreditar num amanhã saudável e feliz.

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Mete a mão no mingau

Os lambões com poses midiáticas, por favor, close pra mim! Sou feio, mas sou demais ! As poses acontecem os carões são vistos nos cliques frente perfil todos muito prosas auto enternecidos em seus lindos ternos e gravatas combinantes com os fios de ouro.(pagos pelo galerão lógico) Suas mãos "livres" sôfregas e esquizofrenicas catam repartem discursão sobre o óbvio na calada e no escondidinho "roubo consencioso da lobuzada" discurso já meio que batido fome fome fome fome caralh.. que realeza fominha rastejam as vírgulas pontos paragrafos pontos finais pros outros! Os da escrita os mantem ilesos e comungados , mesmo quando aparece no miolo deles o caguete borradão, e abre o bocão pra todos ouvirem, imediatamene colocam em cena outro, daí eh troca, troca, sujou! O seguinte mete o carão no close e limpa sumariamente suas mãos meladas e melosas, fazendo cara de salvador do palhaço País e, dos habitantes palhacinhos, velho conhecido de todos, descansou a imagem, Só isso! E assim a nova realeza da lobuzada na convicção do tudo pode e nada acontece, mostra + um capítulo da real novela com lema próprio é hoje só daqui a pouco são os outros que ocuparão nossos postos pra se fartarem, na palhaçada endêmica dos sultões de aluguel temporário, se já não tinham noção perderam de vez quando chegaram no pote do mingau, insultando a civilidade, fazendo com que o famoso carnaval de 4 dias pra gringo ver e pagar pelas maravilhas de um povo sambado, Éh, é o inédito !Inflacionaram o tempo de carnaval agora são 365 dias de batuque na casa da noca país país país cantando sambando e gritando. Fazer o que? Levar na Esportiva! Pedido fotografem o povo trabalhador de frente os lobos de perfil só de ladinho falou!

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Três anos consecutivos de vestibular Big Brother! É estarrecedor!

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Ciranda dos algozes

Atletas no suadouro em busca de índice! Ao mesmo tempo os empastelados cirandando em cima do galinheiro dos "ovos de ouro".

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Tudo se transforma quando acontece o acasalamento da Física & virtual

sábado, 8 de outubro de 2011

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

A praça: Só as Calçolas

Tudo era motivo de festa, muito práticas davam show de bola nas divididas ou seja, no programar e realizar, qualquer coletivo ficaria com água na boca,pois, o cronograma finalizava na exata. Dificuldade? conciliação dos egos! Todas eram perfeitas!! Dar o passe pra outra ou outras, era um reconhecimento doloroso,mas, em nome do sucesso da festa,davam lençois nas picuinhas amesquinhadas,libertavam os melhores sentimentos. Soltavam-se feito pipas na Praça,mostravam abertamentemente seus cacoetes e trê-lê-lês, avançavam, recuavam,sempre com dribles e voos certeiros,as que cuidaram do bem estar familiar colocavam atitudes voluntariosas, curiosas, vasculhavam tudo! As que haviam provido seus familiares eram cautelosas,outras que foram coadjuvantes, mesmo sendo dóceis no trato,seus desabafos e medos,surravam as almas das comadres ouvintes, a convergencia, era a longa estrada rodada, segundo elas:- Retorno! Jamais! Nem pensar!"O que passou,passou"! Levavam nos ombros aprumados ou encurvados seus saldos, acertos, erros,renúncias e vitórias, marcas indeléveis nos registros das suas vidas, no conjunto, elas refloreciam, com vigor! Expulsavam, o cansaço de suas almas/corpos,com gargalhadas desmedidas, simultaneamente, seus rostos refletiam singeleza,foram, protagonistas anônimas do cenário real afetivo, gladiadoras da arte de amar, armadoras no micro e macro social. O revival delas com o passado era estreito,o valorizado,era o sublime presente, principalmente por não haver + podeiros, pelo - alí, no aconchego delas, sentiam-se livres, reaprendiam com os acertos das outras, melhoravam! Entretanto, não era regra, algumas curtiam a "síndrome do saudosismo exagerado", porém, recebiam complacência das amigas quando acontecia de embolarem "passadopresente", do nada, surgia uma escutadeira amiga pra apoiar o desabafo ou fofoca "íntima", tudo pela paz.
Uma das comadres que + misturava os tempos,era a Comadre Flor,vulgo comadre "baixaria",sua imagem: - Corpo meio que rechonchudo,estatura baixa, rosto alegre,muito prestativa, boa de coração, aliás, o que o seu coração sentia, ela externava, abria a boca! Gerando na encolha, entre as demais Comadres, apelido de "Comadre baixaria", Flor, tinha modos, pouco refinado,andava arrastando os pés, falava alto, reparava as roupas das Comadres amigas, olhava-as de cima a baixo,na cara! Não conhecia o "disfarce", cuspia, além da saliva no chão, "lembrançasverdades" pro alto, sua memória era privilegiada, relembrava, fatos que muitas queriam apagar, do atual "bonitinho social", enfim, era o contraponto das falas hipócritas, se auto-intitulava de pessoa franca, abominava FOFOCA! Mesmo assim, as comadres morriam de medo da sua língua, Flor, era um autêntico almanaque,ao jeito dela falava do mundo humano sem fronteira, nesses momentos, ela divertia a turma,com muitas gargalhadas,principalmente, quando começava cartar-se dando inclusão elogiosas ilimitadas as legítimas guerreiras da vida, com tiradas que ia do lúdico ao insano, suas falas eloguentes, causava efeito nas Comadres, "com seu vozeirão, sem papas na língua, dizia":
- Somos as conhecedoras absolutas da vida,
Seremos sempre a maior e eterna cultura,
A começar pelo leite natural! E os cueiros!
Limpamos os fundilhos dos terrestres!
De mãos dadas carregamos nossos filhos
pras Escolas.
Se o mundo humano não está dando certo,
não foi por falta de limpeza!
E de acreditar, sempre no melhor!
Que não venham agora cantar de galos ou de
galinhas! Aliás, os cocorocos põem seus
ovinhos na palha ou algo macio que valha
pra não quebra-los, e os humanos nem assim,
aprendem a amaciarem suas ternuras;
Daí, pra frente soltava muitos palavrões
principalmente pras notícias que valorizavam
os sem cueiros, os que estavam grandes e borrados
Fazendo quebradeiras
Com sua maneira curta e grossa desfechava:
-" Bandos de babacas sem causas".
As comadres que estavam chateadas com os
seus, gargalhavam, recebiam as grossuras
de comadre " baixaria", como Benção pras suas
dores emocionais, fortalecidas
lembravam dos
cueiros, dos seus rebentos
bem lavados e limpinhos
das mãos dadas levando-os
pra Escola,os olhares
tornavam-se líricos.
Comadre "baixaria", captava
as notícias filtrava-as ao
jeito dela e despejava
nos ouvidos das comadres:
Faxinamos as vias públicas, vcs já
perceberam que a gente não pisa e
nem vê + mata borrões no chão:éééhhh!
Fomos nós!
As comadres respondia quase
que em mantra éh! "éhmesmoéhmermo"!
Agora os maiores cientistas do mundo
estão estudando a ciência do "COCÔ".
ÉÉHH! merda global "mermo".
Vamos ver no que vai dar!
as gargalhadas pipocavam no ar.
Os surtos da Comadre Flor,
eram elixir pra
comadralhada,que se incorporavam
na carapuça com poses de bem
feitoras e LENDÁRIAS
na fugaz vida terrena.

sábado, 1 de outubro de 2011

A praça: Senhoritos - longevidade

Comadre Senhorita, era considerada,porta estandarte da felicidade, não só pelas amigas da Praça,mas, também na cidade; Todas as tardes ela e o marido chegavam de mãos dadas na praça, delicados, de poucas falas muito suaves, esses atributos os tornavam notáveis, emanavam paz;
Dna. Senhorita só tinha uma restrição,não gostava que perguntassem sua idade, dizia "saúde é que importa, idade é bobagem",todas respeitavam seu segredo, porém, entre cochichos calculavam sua possível idade, bodas de prata, bodas de OURO, aliás,todas as comadres,foram na festança,do "OURO", foi de tirar o fôlego de tanto que dançaram, os filhos já com alguma idade, netos, bisnetos, recentemente havia nascido sua tataraneta; As conclusões eram dísparas,mas, o + estimulante pra todas era a estória deles, perpassavam uma lenda de Felicidade, fofoca doce, só no item idade.
-Dna.Senhorita e seus relatos:
- Nascemos e fomos criados na "LONA"! Rodamos por muitas estradas adquirimos os valores da itinerância circense, no respeito e admiração pelo peculiar talento de cada ser, ascendemos dentro de profundos desafios que nossos familiares e amigos nos incultiram nas suas práticas cotidianas, donde, após, muito suor e treino, chegavam a maestria do movimento,subiam no palco exultantes oferecendo o seu melhor pro público,este por sua vez respondiam com calorosos aplausos, a bilheteria simplesmente era a manutenção física dos circenses,portanto,quando resolvemos modificar nossas vida, escolhemos a cidade do nosso coração,não alteramos em nada nossos valores, mesmos aportados, dois dos nossos filhos seguiram na vida itinerante circense juntando-se aos outros familiares; Pelo parentesco dos senhoritos a cidade sempre era contemplada com a visita do circo;
Quando o circo chegava na cidade, o casal dos Senhoritos rejuvenesciam ao recordarem suas atuações na arte do trapézio, até demonstrações faziam,causando júbilo geral, com o aparato e cuidado da família, dado a idade dos mesmos,assim, aumentava as boas lendas/fofocas,da cidade, com a riqueza de terem "troféus vivos";
Dna. Senhorita quando tocava no assunto da sua trajetória de vida,dizia tudo tem dado certo nas nossas vidas, porque aprendemos paulatinamente a entender a paixão; A arte circense foi, e é a nossa Escola, Dna Senhorita, dava o seu recado com logaminidade, a repercursão de sua estória entrava nas casas das amigas,e seguia caminhos inimagináveis, principalmente, quando ela dizia que o trabalho individual virá excelência quando todos indistintamente coloca o seu esforço, brutalidade é obstrutora da inteligência! Dava um sorriso pras amigas ao mesmo tempo fitava o longe.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Rock RIR

Silêncio na terra calmaria no ar, sem vento! Silêncio, Silêncio! Sem vento sem frio tom forte de um azul enegrecido, as estrelas e a lua coniventes, silêncio!"Breu" paira solene, sem tristeza nem drama, é o transmutar cada um no seu tempo! Instante poético do descanso planetário, Ninar, silêncio, silêncio, no aconchego da tepidez que o sereno emana, o inexorável transladar no tempo, sem pressa silêncio! Cá embaixo, os arbustos e as folhagens compartilham o silêncio, suas vestes recebem as benesses, orvalhos! Perfeição! Num outro cantinho demarcado, luzes! Fachos de luzes multicoloridas, em movimento concêntrico milhares de silhuetas humanas se misturam, entre os fachos luminosos e o som, confluência entre o silêncio acima e o barulho no CHÃO dualidade na trilha da inspiração! Reis e Rainhas em cima do palco cantando cantando, o "plebão" animados lançam energia de intensa alegria pro ar a nobreza dos artistas capta e manda bem de volta e assim, formam a coligação de sonhos num rítmo pulante e afinado espalhando Luzes.. Cores..Músicas.. Amores..Danças.. Amizades.. Celebrando o que mesmo? Rock in roll.. RIR no RIO!!

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

A praça: Comadre Faladeira - Comadre doidivana da noite

Comadre com fama de + faladeira era uma senhora bem alta e magrinha,era conhecida pelos recortes da janela da sua casa, através deles,acompanhava os namoricos dos casais na rua, discursões acaloradas, entrada e saída dos vizinhos,sempre na espreita, era chamada de, "A gata borralheira da greta da janela", entretanto, era muito amada pelas suas amigas comadres de praça, (seu conforto);
Comadre Flunense com alguns matrimonios em seu currículo de vida, o último, deu o que falar na cidade; Sua lua de mel ,foi literalmente no mel, eles arrulhavam feito pombos, a vizinhança comentava, até que enfim! Flunense encontrou sua cara metade! Após a lua de mel,os dois recomeçaram trabalhar, a partir daí, tudo mudou! Motivo! Seu sono leve! O amado roncava de trovejar, virava-o na cama, nada! O ronco continuava, daí, mudou de cama, foi pra sala, o ronco persistia, enfim, usou todos os cômodos da residência, eh nada! O ronco repercutia na casa como um todo, na tentativa de salvar o casório, convidou-o pra fazer terapia, ele relutante, não aceitou;
Dna. Flunense de tantas noites em claro, perdeu as estribeiras, partiu "pro" tudo;
Decidida, a defender o seu sono,compartilhou novamente a cama com o marido;
conclusão:-Ele saiu de casa, quase que de pijama!
-Por sua vez o ex. de Dna.Flunense saiu soprando abelhas, dizia pros amigos,fui logrado! Casei com uma pessoa e encontrei uma "doidivana encoberta";
- Desabafo do Ex no amargo e no sal, pros amigos, que mulher!Daí,dava os adjetivos do sentimento por ela, truculenta, marrenta, doidivana, em seguida relatava o que havia lhe sucedido: No melhor do sono, a doidivana, começava a desferir socos, pontapés, xingava "porco roncador", Com a expressão incrédula ele gesticulava com as mãos, abria os olhos e pausadamente dizia,ela conseguia se transformar, numa mulher voadora na cama! Os amigos ouvintes: - Arregalavam os olhos e esboçavam Ahãm, ele prosseguia no desabafo,meio que choroso,dizia que acordava assustado todas as noites, com os razantes dela, a fofoca do Ex. corria de boca em boca pela cidade.
Por tabela a vizinhança, foi arrolada nas núpcias,despertavam com os berros do casal, madrugadas agitadas;
Dna. Flunense, ficou mal e bem vista na rua, os que roncavam ou mesmo ressonavam, odiavam-a, os sonos leves amavam seus escândalos das madrugadas, sentiam-se defendidos fisiologicamente.
As comadres na época deram apoio irrestrito a amiga. O tempo passou, a estória ficou apenas na memória de todos,os comentários esfriaram,porém Dna Flunense ganhou o rótulo, "doidivana da noite"; Terminou o agito das madrugadas,pra desprazer dos insônios;
O Ex. de Dna.Flunense, tempos depois, casou novamente,a expectativa de todos era em relação a sua roncadura, pelo que se sabe, seus roncos não incomodou sua nova esposa;

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

A Praça: No Arterial

Sabedoras do giro da vida, elas emanavam um fulgor bárbaro, nem as calças/calcinhas/fios dentais/cuecSas/cuequinhas ou mesmo no pêlo,conseguiam acompanha-las, tamanha energia que elas emitiam nas festas, seus convidados de honra bem que tentavam!
Nos preparativos as Comadres ficavam ao natural, expressavam livremente os seus " Cada com o seu cada um", tipo- Subiam o tom nas falas,daí, originava uma intensa exaltação nas veias do pescoço e do colo, o corpo acompanhava a emoção, no auge! Ele também falava:!? Expressavam com eloguência seus pontos de vista.
- Mãos na cintura, giro de um ombro a frente, flexão dos braços,com simultânea abertura das mãos,uma perna a frente da outra, um dos calcanhares em elevação, os indicadores (esq.dir.)apontavam aleatóriamente nas diversas direções, enfim, trejeitos, caminhadas no círculo dos acontecimentos, a falação era ininterrupta,até chegarem nas soluções! Não deixavam pendengas, sempre no aqui e agora, tudo no entremeio dos Egos acalorados, na veemencia, Esboçavam inúmeros discursos!Exemplos de alguns:
-AH é! Que naaada, ela não sabe fazer como eu! Tou acostumada desde pequenina, lembro que subia no banquinho da pia pra aprender, sou rodada nessa via, sempre deu certo!Ao longo do tempo recebi incontáveis elogios, meu neto Moninho é um chefe de cozinha reconhecido! Aprendeu comigo! A falação, das outras comadres,que naquela específica tarefa não mandavam tão bem, um pouco despeitadas,faziam "muxoxo",imediatamente passavam a bola, antes porém,lançavam olhares de fácil compreensão, legitimando a cobrança! "tem que fazer melhor que a gente"!
- As comadres vencedoras, entendiam o significado do passe recebido,orgulhosas, caiam no trabalho, carregando triunfalmente as suas perfeições, e seus imperceptivos contra-pesos, "montinhos de manias";
O Baluarte estava salvo até aquele quesito; Perder num ponto,era sinônimo de renovação,todas muito sagazes entravam em outras tarefas,uma competição interiorizada que se manifestava na polivalência dos DONS,era fato! Todas defendiam e honravam suas calçolas, o tempo era a senhora/senhor do saber, receber um olé ajudava a destramelhar novas idéias, assim, mensalmente os preparativos desafiavam as vaidades das perfeitas senhoras.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

terça-feira, 20 de setembro de 2011

A praça: Entre-rugas

O leque era um importante acessório usual entre as comadres. Além de abanarem-se, servia de escudo, as vezes, paravam o abano, deixando apenas os olhos cintilantes amostra,quando a fofoca era quente e perigosa o leque era a segurança, outras vezes de tão empolgadas retirava-o, mostrando os rostos exultantes, as emoções ao longe eram detectadas pelas rugas, ao franzir as sobrancelhas no sentido longitudinal, transfiguração de uma possível discursão, elevando-as e entreabrindo a boca, "surpresa, pasmo",uma das mãos ou mesmo o leque virado pra ouvinte, confidências secretíssimas, risinhos nervosos o assunto já era meio que picante as fantasias estavam sendo relatadas em minúcias, de repente curtiam uma gargalhada geral, aí era difícil perceber a mentora da graça, com olhares argutos e pilhéricos todas sacavam que a maquilagem em esconder suas entrelinhas, pouco valia, o que importava naqueles momentos era liberar expandir seus sentimentos interiores sem vergonha de suas entre-rugas e com muitos e divertidos entre-olhares. Os finais de tarde das Comadres era radiante, aliás, se assemelhava a um final de festa, onde o pudor da lugar a irreverência;
-Até amanhãaaa, beijos, abraços calorosos, saculejos nos corpos acompanhando o rítmo da canção, outras de braços dados,com pose de autoridade milenar, as que bebiam um pouquinho + as amigas davam apoio,braços dados em correntinha de três, as senhoras de família, com elegância,retornavam suas casas amparadas pra reocuparem seus postos, (gestão domiciliar), renovadas, deixando atrás dos seus passos, as marcas das suas vidas, na "PRAÇA", os artistas populares, faziam seus plantios abstratos da incansável rota das vidas e das almas humanas, burilando os sentimentos reais, com seus artífices engenhosos do viver com graciocidade.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

A praça: No miúdinho e no memorial - parte B

Efusivas, beijinhos, abraços, elogios mútuos,sempre animadas e falantes, algumas com posturas elegantes e empertigadas,outras com modos acanhados, o congruente entre elas era a ávidez nos próprios desabafos e nas novidades dos outros;
Dna. Ezinha, as recebia com regalo.
As Comadres não se faziam de rogadas, colocavam as mãos na massa, rapidamente juntavam mesas banquetas, nesse momento a preocupação era reservar mesas pras Comadres que estavam ainda por vir após a devida arrumação sentavam-se, cruzando as pernas elegantemente, na espera de serem servidas. As preferências,Dna. Ezinha conhecia bem, as que gostavam de bebida forte e em demasia, ela trazia numa embalagem própria(disfarce), sabia também que embaixo da mesa era o esconderijo das garrafas,(social da impecabilidade), as gulosas ela servia apetitosos beliscos,as saciadas só água, paladar não se discute! Almas famintas? Muito menos!O grupo era composto de mulheres bem casadas, mal casadas, viúvas sossegadas, viúvas fogosas, solteiras esperançosas,solteironas convictas,devotas fervorosas,separadas, divorciadas, amancebadas, recém casadas e progenitoras, uma melodia humana real dada a diversidade entre as idades, raças, credos e social, cada uma com a sua estória! Todas muito a vontade na birosca da Dna. Ezinha. Uma frase muito falada entre elas; "não sou feliz! Mas,também não sou infeliz"! A Praça é o nosso baluarte! HAHAHA

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

A Praça: No miúdinho e no memorial - parte A

Estória digna de relato, algumas Comadres chegaram na praça numa clamorosa despedida, naquele instante elas estavam tristes, do nada ou do tudo, sei lá!Reverteram a situação! O que seria o fim, transformou-se em recomeço pra elas e começo pra outros. Muito abaladas o entrelaço social delas estava em jogo, tomaram atitude, não abaixaram a cabeça! Como diz o ditado popular, "quem tem boca vai a Roma", abriram a boca, demarcaram o espaço público pra continuarem o convívio, os curiosos foram se achegando, foi assim, que mulheres de "família", passaram a frequentar Praça, de forma numérica e ruidosa. Pronto! Elas quebraram o tabu.
Nos dias festivos era incrível,as comadres despontavam por todos os poros da praça,cada uma trazendo, nos braços, bandejas, sacolas,etc, com andar acelerado lá vinham elas pisando firme na direção do centro da praça;
Nesses dias esmeravam nas indumentárias, porém, o que + chamava atenção era o filme interno das mentes, rostos iluminados, expressavam a ânsia de felicidade.
Na arrumação da festa, os de fora não conseguiam perceber donde partia o comando, pois, todas tinham postura de comandantes, se assemelhavam a um formigueiro, ordeiras sabiam suas funções, as lideranças eram diversificadas, tipo - Grupo da vassoura, grupo ornamentação, outro dos utensílios,enfim, cheias de sub-grupos unidos no trabalho,nos mínimos detalhes decoravam, em pouco tempo tudo estava em seus devidos lugares, os cenários eram surpreendentemente criativos,com perspicacia e bom gosto aproveitavam a beleza natural da praça e abriam + luminosidade, tudo muito belo! Quando inventavam festas temáticas, que exigia troca de vestuário,alí mesmo elas providenciavam local, davam jeito em tudo.
Comadre Niva, era a responsável pela abertura da festa, devota fervorosa, fazia um sinal, todas entendiam, imediatamente o silêncio se instalava postavam-se em redor da mesa, daí, dava início a oração, cada uma com sua maneira própria de estar, umas oravam, olhando fascinadas pra beleza da mesa,outras fechavam os olhos contritas, outras ficavam com os olhos bem abertos,a impressão era que espreitavam os melhores quitutes da mesa, outras tomavam conta pra não haver nenhuma mão boba antes da hora, tudo na santa paz!
logo que encerrava a oração, era de praxe um "pit" da Comadre deslumbrada, ela soltava algumas lágrimas, com o tempo foi sendo esclarecido o porque, - dedicou sua vida ao trabalho caseiro,não se cuidava era uma pessoa triste, uma vez foi convidada pra festa, adorou! A partir daí, houve a transformação da comadre deslumbrada, reformou sua imagem interna e externa,retirou a tristeza do coração, deu um trato na aparência, ficou bonita! Mesmo com tudo em cima, seu canal lacrimal continuava a liberar abundantes lágrimas misturadas aos risos nervosos, mas, como cada uma tinha as suas manias vivenciais, aceitavam, coisas da vida!
- Comadre profissional de festas, falava em tom solene o esperado: - "pode começar",em seguida Mãos sôfregas esbarravam em outras mãos =s, buscando os cobiçados quitutes; No paralelo da desgustação, outras comadres exerciam papéis distintos:
- As "judiciosas", marcavam na pressão "as comadres dos pratinhos, copinhos, guardanapos etc...", outras faziam fofocas quietas,eram as ajudantes das judiciosas, apontavam as faltas das comadres dos pratinhos pra casa, outras as alegres e zem nem aí, comiam, dançavam, falavam, riam, achavam tudo ótimo, divertiam-se com todas, com as fabulosas, as gulosas, as judiciosas e as apontadoras das faltas, aliás, o pós festa rendia fofocas do tamanho do mês. As judiciosas,ao mesmo tempo que fartavam-se com os comestíveis, ficavam de olho nas comadres "pratinhos pra casa",e também compondo novas estratégias, tudo no cuidado e na arte da convivência pra não desmoronar o baluarte; O hilário é que tudo ficava = FESTAS do PASSADO = FESTA do PRESENTE, projetos pras FESTAS do FUTURO,todas acreditavam que também seria = mesmo assim as JUDICIOSAS tagarelavam muito mas continuavam =s, sem se aprofundarem na ESTRUTURA da FESTA. Enfim, algumas vezes as fofocas caiam nas gulosas outras eram as judiciosas que pagavam micos.
Até, que chegou comadre Juneane novata na cidade,vulgo "comadre virtual", vendo tudo muito bonito, elogiou a festa, em seguida, pegou pesado na fala,com racionalidade, insinuou que elas podiam +, dada as múltiplas competências: As comadres escutaram, e gostaram! Há partir daí, foi criado outro recomeço delas na praça, convidaram instituições que atendiam os + desfavorecidos, aumentou a dimensão do sentimento solidário, sem acharem-se "BOAZINHAS", o sentimento cresceu naturalmente, com muita alegria e diversão, formando Escola, ocasionando múltiplas adesões incluindo os seus, calcinhas, fio-dental,cuecas cuequinhas, fraldinhas até os cirolas participaram do giro fraterno;
A CAUSA, tempos depois partiu da Praça, num bom clima entre beijos abraços e muitos sorrisos, "em festa"!
AS CONSEQUÊNCIAS + um endereço receptor e irradiador da inesgotável fonte humana, seguiram a exuberância dos Ícones das ESTAÇÕES:
- Verão O sol abrindo, acalentando e esquentando as alegrias
- Outono Semeadura o afofofar da terra
- Inverno Coberta pros descobertos
- Primavera A resultante dos cuidados
Foi assim: O recomeço e os novos começos das Comadres na Praça.

sábado, 10 de setembro de 2011

A praça: visitantes continuação

Um casal de adolescentes orientais, encantados com as lendas que os cancioneiros narravam pediram pra contar a deles, os cancioneiros ficaram surpresos e curiosos cederam lugar pros visitantes, outros adolescentes foram chegando e rapidamente foi formado um point de jovens mesclando-se aos demais.
- Foi assim:- O trovão era o grande trovejador do planeta terra, muito forte e mal,misturava as águas, com muita violência na terra, todos quando escutavam o seu barulho ensurdecedor, tremiam,pelos estragos que advinha do mesmo, num belo dia um rapaz e uma moça, conversavam ao pé do riacho,quando olharam pro céu,viram que as nuvens estavam ficando muito densa, e ao longe escutaram o trovejar do trovão, ele ia na direção da nuvem pesada, correram pra montanha, uma nuvem muito linda arroseada percorria a cidade e lançava gotas em forma de aviso pra que todos fossem pra montanha. O trovão quando chegou viu que não tinha ninguém em suas casas parou, perguntou com uma voz bem macia:- Olá senhorita nuvem por acaso vc viu os moradores da cidade?
-A nuvem arroseada, respondeu:
-Vi sim, Senhor trovão, todos estão muito bem escondidos;
-O trovão olhou de forma desdenhosa pra insignificante nuvenzinha:
-Quem é vc? Como ousa falar assim comigo! Sou o Dno de tudo!
-A nuvem respondeu sou uma nuvem verdadeira e não me junto pra jogar água pesada na terra, Eu sei quem vc é! Aliás, seu segredo já é bem conhecido,vc já não pode + tudo, o trovão soltou uma gargalhada estrondosa, todos que estavam escondidos na montanha balançaram e se agarraram nas árvores pra não rolarem pra baixo,o trovão quando viu que a nuvenzinha o desafiará pensou, vou pra outra cidade no meu mapa tenho + cidades pra assustar, e deixar essa nuvem tagarela pra lá, depois voltarei, pra descobrir onde eles represam as águas! Deu língua pra nuvem e tocou seu bonde, a nuvem que era leve correu na frente, pois, ele era muito pesado e lento. Com os precisos avisos da nuvenzinha, o trovão foi perdendo força, suas tormentas foram enfraquecendo, num descuido ele desaguou toda a sua água, ele riu! Porém, por pouco tempo, pois, pra sorte de todos o local era de profunda seca os moradores ao sentirem nos seus corpos e nos seus viveres a água, levantaram os braços de alegria recolhendo a água que abençoava suas vidas suas terras, o trovão não entendeu nada, falou vou chamar meu mestre ele me ensinou errado, uma senhora muito atenta ao trovão respondeu, vc perdeu trovão, a sua lenda andou + veloz que vc, A nuvem arroseada ria ria ria...
Ao terminarem, os Cancioneiros musicalizaram o bate-palma, o casal oriental riam com os olhinhos brilhantes e apertadinhos agradecidos, orgulhosos em mostrar a lenda do seu povo noutro País, outros forasteiros também se animaram, daí, os repentistas passaram a ajudar na organização das apresentações dos mochileiros, ; tipo: Agora é a vez da minha cidade, o ALTO ASTRAL de todos, instalou um intercâmbio cultural muito divertido entre os presentes, os cancioneiros na sua magistratura artística sempre alertos nas colheitas, dos "FARELOS DO SABER", em seguida lançavam de volta pra todos, indistintamente.....

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

A praça: Os visitantes

No verão, período das férias, a praça lotava. Muitos visitantes, uns por parentesco ou amizade, outros se apinhavam numa espécie de alberque,aliás, único abrigo pra visitantes sem parentesco ou outros laços com os habitantes. Dna. Mariinha tinha a casa de cômodos muito simples que abrigava os mochileiros. Camas beliches, gaveteiros, banho quente e um saboroso café da manhã. As lendas que chegavam em seus longínquos viveres atraia os mochileiros, Outro atrativo da cidade era um riacho com água translúcida, peixes de diversas espécies, bem a vista, uma pequena cachoeira dentro de uma reserva florestal e mais adiante localizava-se a barragem, que represava toda a água da cidade. A população reconhecia a riqueza da beleza da paisagem, atentos acompanhavam de olhómetro a densidade pluviométrica ideal, parceirizando-se com a natureza protegendo os seus habitats de possíveis inundações, também havia um responsável, Sr. Mandinho, na função de fiscalizar tecnicamente o transcurso da natureza, muito querido e admirado, ele era o principal espalhador das lendas do local do seu trabalho, "as águas", em suas folgas exercia a arte, fazia parte do grupo dos repentistas , por isso mesmo trabalhava sempre cantando. Os visitantes encantavam-se com o fato das réplicas do imaginário popular ser tão próximo ao real. Assim as lendas eram cantadas, recitadas dançadas o conhecimento da cidade era exposto de maneira lúdica.
O Sr.Maneroule, representante administrativo da cidade, ficava sempre com a pulga atrás das orelhas. Enviava os seus confiáveis pra praça todas os dias, pra verificar se sua gestão estava em sintonia com o fluxo popular. As fofocas eram musicalizada na praça, algumas vezes era chamada de "espaço sensorial da cidade".
Apesar da música estar presente todos os dias na praça, os finais de semanas, "vipava" com grandes concertos, forrós e muita música sertaneja, mesmo assim os repentistas não perdiam seu podium pelo repertório aguçar a curiosidade dos locais e dos visitantes que passavam a conhecer as lendas prosas e fofocas da cidade. CARTÃO POSTAL da natureza com o humano inserido de fato e em foto.

terça-feira, 6 de setembro de 2011

A praça: Dna Ezinha

Dna. Ezinha quando chegava na birosca,era como se fosse o seu (terceiro turno),já começava servindo finas cachaças aos cancioneiros, o primeiro gole era de praxe ouvir o estalar das línguas denotando satisfação,em seguida, começavam seus cantos prescrutando os cantinhos da alma do povo, no sal das baixarias encobertas, eles destilavam com humor, em alto e bom som, espalhavam os endereços,dando aparência anônima,mas,todos entendiam o recado.
Dna.Ezinha,era uma das voltas da chave, no sucesso dos repentistas, muito diplomática,soltava pérolas apimentadas, e...continuava o seu trabalho, atendendo e servindo os inúmeros pedidos dos fregueses.Sr. Onofre,era meio que caladão,ouvia, às vezes ria,só!
Por tudo isso as lendas e fofocas, desembocavam magnânimamente na Birosca, do casal,entre os deliciosos quitutes, salgadinhos, docinhos, bebidas e... as enlevadas novidades da vida alheia, um quadro muito primoroso ornamentava a entrada da birosca, aliás, dado por uma das comadres,no centro do quadro uma frase escrita em alto relevo:-"Ganha-se pouco mas, se divertee";
Os repentistas, e muitos outros, tinham implicância com as comadres, mas, reconheciam que elas eram um "mal necessário",representavam a força viva do roteiro da moral na cidade, todos pisavam fininho,com medo do serpentiar delas e cairem na boca do povo; Elas percebiam e como resposta diziam, "quem não deve não treeme"...
Os Bons artistas, tinham a psicologia dos frequentadores pelo horário,encenavam de acordo com o público,exemplo:- As comadres, eram as primeiras a estancarem na praça, imediatamente eles, empunhavam suas violas, sanfonas e outros instrumentos musicais, entonavam canções românticas,reviravam os olhos,interpretação estupenda de eternos apaixonados, o intuito era, "adocicar os corações rígidos das Damas", conseguiam enternece-las, mas,mesmo assim, elas tinham um pé atrás, evitavam que eles escutassem suas prosas.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

A Praça: Introdução

Uma cidade lendária,sua musicalidade atraia visitantes.
Os moradores após a labuta do dia,tinham uma rotina simples, casa, banho, jantar com os familiares, até aí nada de +, = qualquer lugar, o que diferia das demais cidades,"Uma praça".
O movimento da mesma era ininterrupto. Cedo chegavam os Cancioneiros,acompanhados dos seus respectivos instrumentos musicais,inclusive, alguns inéditos confeccionados por eles. Assentavam-se na praça,cada um num distinto espaço físico, a organização não seguia nenhuma ordem,mas,era linda em sua arrumação! Nos vácuos, entre os da arte, era preenchido pelas carrocinhas: - Pipoca, sorvete, algodão doce, tapioca,etc...
O anoitecer na praça bombava. Os notívagos inconscientemente percebiam que o trabalho deles era pesado e embrutecedor. O espaço público da praça era o point na preservação de suas raízes humanas. uns ficavam +, outros - tempo, assim eram as noites cantadas em prosas, versos, lendas e "fofocas ao pé dos ouvidos" que circulavam feito gaivotas por todos. Não é necessário relatar que a alma da cidade estava encravada na "praça" de forma absoluta.
A birosca do sr.Onofre localizava-se em frente aos REPENTISTAS. Ele e sua mulher Dna.Ezinha, também começavam cedo os preparativos, arrumavam as mesas e banquetas ao ar livre. Dna. Ezinha, muito caprichosa, colocava toalhas bordadas impecáveis nas mesas. Gabava-se aos quatro cantos seus dotes de bordadeira. Ostentava um semblante solícito e sorridente. Sua labuta era árdua: de manhã ia pro empório, um estabelecimento central da cidade, que tinha de tudo, por isso mesmo era um ponto de encontro entre os moradores da cidade e adjacencias. Sorrisos, Bom dia, frutas, legumes, verduras, cereais. As conversadeiras, muito prendadas, trocavam receitas atentas a tudo, nada passava despercebido pra aquelas mulheres de família responsáveis por seus rebentos. Dna.Ezinha, muito bem cotada entre todas. Escutava, falava, ria, se divertia muito, daí conhecia como ninguém o enredo: cidade,moradores, casas, ruas, empório, praça e birosca.
As lendas quando chegavam na praça,tomavam rumo dantesco, algumas eram conhecidas como "navegadeiras", por terem ido, MUITO ALÉM, traduzidas em diversos idiomas, os moradores tinham orgulho das "asas lendárias da cidade",ninguém sabia de onde partia, quando alcançava a praça, já possuía a força da verdade.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

A pureza da arte nasce em qualquer lugar - parte 7

-Sr Bumba foi se aproximando deles, quando avistou Marcelito, sorriu como se tivesse despertado dos seus pensamentos.
-Ôh menino artista! -Marcelito correspondeu ao sorriso, Ao mesmo tempo que sorria falava:-Sr. Bumba esse aqui é o meu primo Malney! Ele está passando férias na minha casa! - Sr. Bumba, estendeu o braço pra Malney, olhando-o fundo nos olhos, Malney, quando sentiu o aperto forte em sua mão, pensou que monstro tá esmagando meus dedos urbanizados, ah capiau! Aguentou firme a dor, com fisionomia amistosa:- Marcelito fala muito no Senhor rãm rãm rãm, retirando logo sua mão, meio que amassada do cumprimento. Daí, Sr. Bumba riu de maneira arredia, abaixando um pouco sua cabeça, sem assunto, Marcelito conhecedor de alma, interveio quebrando o silêncio, e as ordenhas? A transformação na fisionomia do Sr. Bumba foi imediata; -Ô menino artista, elas estão maravilhosas, vai lá! Leva seu primo pra ele conhecer a minha roça e tomarem um bom café da manhã com leite tirado na hora com a gente. E vc menino artista! Lembro bem de vc pequenino fazendo macaquice nas árvores, disputando os galhos com os pássaros, eu fui traquina ia onde poucos tinham coragem de chegar porém, nunca vi alguém como vc; Continua menino seu caminho de artista,quero ainda bater "muitias" palmas. -Pode deixar que serei um grande artista, também iremos tomar café da manhã com o Sr, pra mostrar pro Malney suas famosas vacas.-Malney olhava estupefado pra eles, pensava que conversa! falam de sonhos! ou será que eu é que não entendo a genuidade da vida? Tôu abismado! Na família ele é tido como um garoto lunático, e o que eu estou presenciando é que ele tem determinação enxerga fatos que normalmente passa despercebido pra todos, suas escolhas de cenários estou até agora impressi0nado, que percepção que ele tem! Parece que estou conhecendo meu primo agora, eu até me achava de uma certa forma superior a Marcelito, tenho + idade moro numa cidade bem desenvolvida com vida Cultural, Social, Educacional bem conjugada, nossa economia é auto sustentável, com a agricultura, indústria e o comércio em franca projeção, sempre fui e sou excelente aluno,portanto, sou uma pessoa com previsão pra dar certa, mas, nesse instante, percebo que minha visão de sucesso Pessoal e profissional é Academica, e que falta a peça motor no eixo, sensibilidade! Oh Santa loucura! Vim refrescar minha cabeça aqui fortalecido nos meus valores de vencedor, e esses dois malucos sonhadores não necessariamente nessa ordem, estão aí na minha frente no meio do mato chão batido, me dando a maior aula, caral..., e eles nem aí, felizes! Esbanjando Sonhos sem tempo sem idade SONHOS SONHOS

sábado, 27 de agosto de 2011

A pureza da arte nasce em qualquer lugar-parte 6

-Marcelito- Na biografia da família do senhor Bumba;
-Malney- Estou adorando a estória dele, cara tô olhando para ele, fitando não sei o que parece um alienado,ele engana, cheio de astúcia! Incrível! Um cara de caipira mal arrumado aos olhos dos Zés dos vazios,como eu, háháhá....
-Marcelito- Tá vendo! Vai na embalagem! se dá mal...
-Malney- Cara vc tem pouca idade 13 anos eu, já tenho 18, estou tendo a maior leitura de luta limpa sem herói de mentira, no real e na pureza.
-Marcelito- É Por isso, que todos nós amamos nossa cidade, aqui tem homens e mulheres que se impuseram quando descobriram a verdade através daquele alí, da dna. Sinhazinha,a filharada e a caravana que ele comandou através dos empregados,a partida que ele começou tem + de 30 anos.
- Marcelito, prosseguindo na narrativa:
-Marcelito - Três filhos do senhor Bumba escolheram ficar aqui, e três escolheram a cidade grande.
-A Leninha que é engenheira Agrônoma,ela é muito legal, seu marido é engenheiro também, os filhos deles estudam aqui ela tem 5 filhos, vê, como mudou hoje temos excelentes escolas, sabe Malney, duas vezes no ano , vem os professores + bem conceituados na educação do PAÍS, para dar cursos para os nossos professores,foi criado uma premiação muito legal para valorizar o desempenho dos professores e dos alunos no ensino com viagem cada vez é trocado a premiação, pois tem períodos de colheitas + prósperas e outros menos, sabe como é a agricultura, né? Os professores daqui querem render cada vez + com os alunos a pontuação é complementada com o aprendizado do aluno e a alegria do aluno em aprender.
- O Néo, ele é veterinário, manda bem aqui, os animais são bem tratados ele tem uma equipe de profissinais, é casado tem dois filhos, a mulher dele é atleta, tá sempre competindo, ela foi na última Olímpiada, ganhou uma medalha de terceiro lugar em corrida de fundo.O projeto dela é futuramente montar um centro Desportivo aqui.
-O Fado, Ele é administrador ele é o + sério, mas também é boa gente, ele é casado é o que tem + filhos 6 filhos.
-Malney- O mesmo número de filhos que os pais,háháhá...
-Marcelito- É, puxou a eles...
-Marcelito: Legal é quando chega as férias a Moranguinha, escolheu ficar na cidade grande ela trabalha com turismo, e geralmente no verão ela vem com grupos de turistas para cá fazer turismo rural, a fazenda deles tem uma parte preparada para atender turistas.ela é casada tem 3 filhos o marido é músico.
_Malney- Senhor Bumba arranjou um parceiro, para cantar na ordenha,rsrsrs
-Marcelito- É vou procurar me informar,rsrsrs depois te conto...
-Malney: Vc não disse que eles tinham uma chácara?
- Marcelito: Era no início da vida deles, agora eles possuem uma fazenda, muito produtiva, tem dentro dela uma cooperativa, nos somos revendedores diretos, eu não falei que os cornos fugiram, eram eles que trancavam a cidade muitos moradores nossos morreram de tanto trabalhar,antes do senhor Bumba ganhar a luta com aquela gente do mal, eles escravizavam de forma horrível o povo daqui.
-Malney: Ah, bom!
-Marcelito: O Alan é geológo, trabalha numa grande empresa na cidade grande, nas férias ele vem para cá,com a família dele, ele tem 4 filhos.
-A Vininha, é advogada dizem que ela dá a maior moral nos malandros de lá, nas férias ela vem com a família dela, ela tem 2 filhos, o marido dela é muito legal bem divertido.
Vê Malney esse foi o começo da nossa cidade os filhos dos empregados do seu Bumba, esparramaram saber por aqui, foi assim que a cidade passou a funcionar, o Senhor Bumba,tem ao todo 20 netos, 12 moram aqui e os outros na cidade, vc pensa que Sr. Bumba sossegou, não! Ele sempre está pensando em novas idéias.Nossa cidade todos estão na escola, vê meus país estudam a noite, ele realmente arrebenta fez uma corrente invisível que todos aderiram.
-Malney: Primo vc além de artista é um grande  historiador pra não dizer outra coisa hahaha
-Entendi a sua, não sou de disse me disse não é que hoje veio a calhar, e eu desembuchei,né!

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

A pureza da arte nasce em qualquer lugar-parte 5

-Marcelito- Vamos lá, ele e a dna. Sinhazinha levavam os filhos na carroça com as mercadorias pra cidade, Moranguinha a caçulinha ia de mamadeira e tudo.
O senhor Bumba, nunca falou uma palavra do seu plano, pois, se falasse a galera do mal poderia expulsa-lo da cidade, o povo daqui, bocó apelidavam eles, riam, faziam troça, tipo: - "família dos carroceiros malucos, ciganos da madrugada",e outros que agora não lembro, o tempo foi passando as crianças crescendo, até que a cidade vizinha não tinha + graduação pros filhos deles continuarem os estudos, eles não se acovardaram, já tinham algum dinheiro guardado, abriram uma leiteria, conjugada com hortaliças, legumes, em outra cidade + distante, dna. Sinhazinha e os filhos ficavam durante a semana lá, parece que construiram um puxadinho coisa assim, pra não encarar 70 quilometros diariamente, Só o Sr. Bumba que ia e voltava todos os dias pra cuidar da chácara, e trazer + mercadoria, nos finais de semana todos retornavam pra chácara,foi ficando pesado pro senhor Bumba, daí, ele chamou duas pessoas da cidade pra trabalhar com ele e a mulher, no entanto, ele fez uma exigência, os filhos dos dois novos empregados teriam que estudar da mesma forma e nas mesmas escolas que seus filhos,os novos empregados não tiveram jeito obedeceram, já estavam esgotados com "os donos da cidade", por dentro eles " achavam que o falatório da cidade em chama-los de família de malucos, estava certo", mas como tem um ditado que diz "maluquice e coceira se encostar pega" eles foram no "pega" da família, conclusão:
- Os filhos do Senhor Bumba e dna. Sinhazinha, todos foram para as melhores Universidades, os filhos dos empregados foram na cola deles e se deram bem também. Cada empregado tinha um montão de filhos,ao todo eram + 14 filhos dos empregados, só ai pra começar o senhor Bumba ganhou 20 cérebros brilhantes pra cidade, ele dna. Sinhazinha e os dois empregados foram aprendendo conceitos novos com os filhos.
-Malney- Caracas o Bumba bombou háháhá
-Marcelito- ÉH, matreiro.
-Marcelito- Foi a tropa dele que começou a nova mentalidade aqui, implantaram cooperativa, os daqui foram se achegando, o comboio dele passou a ensinar a prática do cultivo com tecnologia pros colonos, dizem que eles alfabetizaram o povo, era assim, uma hora por dia tinha aula, após o período de trabalho; Seu Maneca, tem 2 filhos professores e o seu Tavinho o outro empregado três filhas que são professoras,naquela época eles ficaram com a função de dar aula, cada dia era um, eles eram professores da cidade vizinha, lá tinha emprego para professores, logo eles fundaram aqui Escolas de VERDADE, segundo os antigos todos aprenderam a ler e escrever. Hoje parece fábula o que eles contam. O melhor os malandros quando perceberam a estratégia do senhor Bumba já era tarde, só restou eles fugirem,nem o dinheiro ardiloso deles conseguiu segura-los na cidade, pois, a matéria prima que eles possuiam era a ignorância do povo. Como vc vê, aqui nos temos pouco comparado com uma grande cidade mas, o pouco que temos aproveitamos integralmente e o senhor Bumba Dna. Sinhazinha deu o começo na cidade.
-Malney: Que legal, como vc sabe dessa estória nunca escutei os tios nem ninguém comentar sobre a vida da cidade nesse aspecto?
-Ah cara sou fuceiro,né! Se vc perguntar aos pais, eles vão contar até melhor que eu.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

A pureza da arte nasce em qualquer lugar-parte 4

Na visão de uma pessoa de fora,a imagem do Senhor Bumba,seria + um caipira, misturado a paisagem do campo.
Para os moradores da cidade não, consideravam-o visionário, o homem que progrediu a cidade.
-Hum, conta aí Marcelito as proezas dele, agora fiquei curioso!
-Ah o que todos falam, é que quando ele era novo ele e dna.Sinhazinha moravam numa chácara com os filhos,cultivavam hortaliças,verduras e as famosas vacas, que ele retirava leite cantando pra elas, e depois, gabava-se que o seu "canto", ajudava na maior produção de leite,eles trabalhavam muito de sol a sol, a vida deles era bem dura, agora, no nascimento de cada filho eles festejavam muito, música, dança,almoço,enfim, convidavam todos, também só no nascimento dos filhos que ele se abria com os vizinhos, depois ele tocava a vida dele de forma diferente do pessoal daqui."
"Antes de clarear o dia, senhor Bumba enchia a carroça com os legumes, verduras e leiteiras de leite, iam para cidade vender suas mercadorias..."
- Até aí nada de + - Malney interrompe!
- Perá aí! Estou no começo!
- Desculpa, sabe né, a pressa mental! háháhá
- Tudo bem! Continuando...
"Quando o + velho dos filhos, que é a Leninha, teve idade pra ir para Escola, aí que senhor Bumba e Dna Sinhazinha começaram os maldizeres."
"- A escola daqui era precária, tinha uma escola, para constar,poucos iam, inclusive, a propaganda na época era que não valia a pena ir pra escola,tudo orquestrado por alguns malandros espertos, eles se "achavam", os donos da cidade,e também da vida de todos, os moradores trabalhavam pra eles, os malandros eram aproveitadores faziam as contas de chegar,prás suas próprias conveniências, sabe né! "eram os dinossauros humanóide em épocas trocadas", todos perdiam! Inclusive os malandros, é o que os antigos falam."
"A nossa cidade era um bocado de terra sem valor, os caras, eram do mal mesmo."
" O senhor Bumba,entendeu, a malandragem dos caras,daí, arquitetou um plano, para combate-los, o jogo deles era deixar o pessoal abestalhados e assim eles manobravam tudo na cidade."
-Nha! Grande descoberta!- desdenhou Malney.
-Cara, vc vai se surpreender com a tática dele, ele é astuto,teve paciência e venceu!
-É que vc disse que faria uma síntese, daqui a pouco o cara chega perto da gente, quando ele ficar perto quero vê-lo já com a sua biografia pronta, para olha-lo e perceber tudo dele.
-Vai dá tempo, ele está parado fitando o infinito, ele é assim um poeta do campo!
- É, vc conhece o ritmo daqui... Meu ritmo é outro!

sábado, 13 de agosto de 2011

A pureza da arte nasce em qualquer lugar-parte 3

Tempos depois,Marcelito,folheando uma revista de diversão,viu um teatro,teve a idéia de construir um também, idealizou o teatro:-local para a platéia, palco, cochia...Fez alguns desenhos,em sequida conseguiu elaborar o projeto da construção.Pronto a fase inicial,passou para segunda fase, começou a catar sucatas para montar o teatro:-plásticos,isopor,madeiras,palhas de folhas de bananeiras,papéis de diversas qualidades etc...Na terceira fase era a construção propriamente dita,escolheu previamente o espaço físico,pegou enxada, pá, balde, regador, assim, ele iniciou a construção,todos os dias, após suas obrigações, estava lá Marcelito, trabalhando na obra,utilizou a matéria prima da natureza, terra e água, com esses elementos naturais, confeccionou os bancos para a platéia, formou montinhos de terra, umedeceu os montinhos com água, em seguida emoldurou os acentos, recortou palhas de bananeiras para forrar os banquinhos da platéia, no palco, fez um tablado de tijolos unidos, cimentando-os com barro úmido,a forração, também era de palhas de bananeiras,fincou bambus no solo, quando conseguiu a fixação desejada dos bambus, passou um forro leve de plástico de caminhão que achara entre as diversas sucatas recolhidas, a cochia ele fez uma divisória de isopor entre o palco, pronto o trabalho pesado,começou a fase dos acabamentos,Marcelito contou com a ajuda de seu primo Malney, que passava alguns dias em sua casa, Malney, era morador de uma cidade próxima, fazia curso de programador visual, ajudou Marcelito nos acabamentos,ensinando-o também algumas técnicas de efeito especial, mostrou algumas revistas com sugestões bem alternativas, o que foi bem útil para Marcelito, seu imaginário viajou com elas.
A revista que prendeu a atenção por muito tempo de Marcelito,foi a revista dos estudantes do curso de Malney, era uma revista bem artesanal, eles ensinavam técnicas de grafitagens,os desenhos retratavam a vida das pessoas num cotidiano simples,porém cheia de sátiras, Marcelito,ficou fascinado com as técnicas que continha na revista, era justamente o que ele estava elaborando sozinho e a revista deu-lhe algumas dicas muito interessantes.
Por conta do que acabará de ler na revista,Marcelito esplanou para Malney,suas pretensões na parte de ilustração do teatro:
- Mostrar a vida da cidade, os costumes locais dos habitantes,os hábitos de uma forma geral,algumas particularidades que sobressaia aos seus olhos, como:
- As manias de alguns moradores,que ao ver de Marcelito era o encanto vivo da cidade.
- Malney: Como assim Marcelito! Não estou entendendo o que vc realmente deseja!
- Marcelito: Vou ser + claro, fez um curta humano da sua cidade,rascunhou desenhos,para ajudar a narração, interpretou os personagens, cantou, dançou, cada personagem ele tinha uma expressão artística.
- Malney, por sua vez chorava de rir da forma hilária de Marcelito.
-Malney: E dá-lhe Marcelito,é primo,vc é um ator mesmo! Ator sociólogo da cidade! háháhá.
- Marcelito- Nhá! nem tanto,háháhá...
O local que estavam, era de barro batido, normalmente as pessoas passavam alí pra cortar caminho, ao longe vinha uma figura masculina, caminhando na direção deles;
Marcelito- olha,ri e fala:- Malney, quem vem aí! a pessoa que acabei de interpretar!O Senhor bumba meu boi!
Malney- Ih cara,incrível! Perfeito! Imaginei o Senhor Bumba meu boi assim mesmo, fantástica sua interpretação!Só falta a vaquinha, e ele na função de ordenhar e cantar, para completar a sua interpretação,háháhá...
Malney,ao mesmo tempo que fitava aquele homem que se aproximava, ria muito.
Senhor Bumba,Sem perceber que estava sendo observado,caminhava sem pressa, olhando para o nada,segurando uma vareta e balançando-a, com a cabeça protegida por seu chapéu,de cor escura,meio que desbotado,era bem alto,o peso corporal era proporcional a sua altura,trajava camisa quadriculada,as mangas arregaçadas na altura dos cotovelos,calça escura surrada,tonalidade semelhante ao chapéu,na bainha da calça dava para perceber que estava com barro seco, e algumas coisas verdes que na distância que ele estava não conseguia identificar bem, porém, Marcelito, falou para o primo, ele sempre está com as calças cheias de carrapichos deixa ele se aproximar para vc ver.Malney, riu e comentou, pô, Marcelito vc é um raio X, não deixa passar nada,háháhá...
- Marcelito- É! o meu laboratório são as pessoas, cara!Tenho que reparar, faz parte, háháhá...
- Malney fitava Sr.Bumba,dava pra perceber a mistura racial, pele morena, os olhos meio que claros sem definição,o cabelo na parte que o chapéu deixava a mostra era preto e liso, o olhar era arguto, narigudo,no canto da boca, carregava uma cigarrinho de palha,seu bigode era vasto, cobria parcialmente os lábios.
suas botas eram escuras sujas de lama seca, chamava a atenção as estrelas nas laterais dando uma lembrança dos xerifes do passado;
- Malney- Que mistura genética! Hem?
- Marcelito- A avó dele era índia, foi pega a laço pelos "brancos", assim conta ele.
- Malney- Ah tá. Ele tem um aspecto físico diferente meio que misturado pele vermelha e branca.
-Marcelito-É,os irmãos dele, uns são bem para índios, outros são parecidos com ele

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

A pureza da arte nasce em qualquer lugar-parte 2

Certo dia, Marcelito teve um sonho, ao acordar pensou, vou tornar real o sonho;
Em sequida pegou alguns panos,improvisou um traje original, fez uma imagem surreal, agradou em cheio o "sonho peça".Os amigos de Marcelito, ficaram fascinados com o cenário e a estória; foi muito aplaudido.
Marcelito foi crescendo, seu mundo encantado também, não houve despreendimento do mesmo, por conta disso, em alguns momentos ele tornava-se, pivô de inúmeras discursões entre os amigos,com o seu jeito despadronizado de participar da vida, os amigos "ursos",quando tinham chance, pichavam Marcelito,pelas costas, claro! Os defensores de Marcelito, chegavam juntos dos mexeriqueiros,faziam uma pronta defesa. O melhor amigo de Marcelito era Fred, por ser o + forte da turma,era respeitado por todos,escondidos os faladores, apelidavam Fred de "o defensor".
Fred, tinha uma técnica para desmontar os faladores,esticava o corpo,levantava as sobrancelhas, sua imagem ficava semelhante a um galo de briga, dizia:- É bom, que Marcelito não saiba das baixarias que está rolando aqui, ele é artista gente!É diferente! E vocês são uns tremendos glutões, covardes,falam pelas costas, na presença dele,aplaudem, pedem bis!Um bando de falsos!Ora bolas, falar que Marcelito não bate bem da cuca! Quem não bate bem da cachola, são vocês! Minha mãe sempre diz:- Valentia não vem de graça,para ser corajoso é preciso aprender quando pequeno, a ser, "franco e gentil", mas tem horas como agora,ser gentil fica difícil, pois, vocês não são francos, são só "gentis",na presença das pessoas,ou seja na clareza do nosso idioma, "um bando de falsos"!
Fred era forte e bom de fala, sabia evitar sofrimento desnecessário ao seu grande amigo Marcelito,sempre resolvia as fofocas dos bastidores.
Marcelito, sem noção do ocorrido, escreverá uma nova fábula, intitulando-a:- "Amigos em ação".Chamou os amigos, leu, perguntou se eles topavam representar a fábula, alguns, meio que sem graça, por terem malhado Marcelito, fizeram que sim com muita timidez,Fred e os outros defensores de Marcelito também aceitaram, mas antes, Fred foi ao pé do ouvido dos faladores:- Viu camaradas, aprendam! amigo é amigo!Os faladores sem graça responderam, tá bom Fred, foi mal!!!
Ensaiaram juntos durante um bom tempo, apresentaram a peça, todos se divertiram muito, Marcelito dirigiu a peça e também foi ator num papel bem pequeno,com poucas falas. No transcorrer da peça,houve uma baita união,os defensores de Marcelito, tiveram uma trégua dos amigos ursos, eles estavam felizes, a cada apresentação, ,aumentava a união do elenco,principalmente, quando espocava aplausos e pedidos de bis, era a glória, as freguentes ursadas dá turma dos faladores,foram substituidas por alegria e paz. Fred não se conteve e comentou, nunca estivemos tão bem! todos confirmaram, é mesmo!Fred novamente falou:- O nome da peça, "amigos em ação",virou realidade prá gente. concordo com vc, disse Hugo. Fred, era da paz, mas, gostava de catucar, éh pessoal,não temos + fofoca!Hugo que era o + falador respondeu:- éh Fred, a frase da sua mãe também ajudou, né? Nina, falou:-Éh, Vamos ver depois! Se vai continuar dando certo, o título da peça e a frase da mãe do Fred!né Huguinho?
Hugo:- Ih Nina!O que passou passou! A gente erra e aprende! eu pelo menos estou tentando e tá dando certo!não tenho falado + pelas costas de ninguém! os demais faladores, balançaram a cabeça, confirmando as palavras de Hugo, em coro responderam, eu também! Nesse momento chegou Marcelito, chamando-os, para o ensaio, o papo terminou, foram ao encontro de Marcelito, todos na paz!
Assim, fizeram muitas apresentações na cidade,eram gaiatos, quando o relógio marcava, 5 horas da tarde escolhiam uma rua, se dividiam entre eles, batiam palmas nas casas,gentilmente faziam o convite, para assistirem a peça,as caras de surpresas dos moradores, muito engraçadas,Marcelito, prestava muita atenção nesses momentos, na fisionomia da nova platéia convidada, para tirar seus notáveis improvisos,a maioria dos convidados da rua escolhida,aceitavam o convite, paravam os seus afazeres, e os prestigiavam assistindo a peça,eles eram rápidos para começar a peça, uma forma de não perder público.
Aos domingos, escolhiam o horário nobre da população, que era às 11:00, hora que normalmente terminavam os eventos sociais, religiosos; Nesse dia de gala da cidade, Marcelito acrescentava na sua indumentária, um chapéu verde com penas enormes coloridas,(costurado pelo próprio Marcelito), logo que terminava sua fala,retirava o chapéu da cabeça e passava para o público,os trocados arrebanhados, eram convertidos na sorvetada do elenco.Durante alguns meses eles apresentaram a peça na cidade.
Pelo menos, enquanto durou as apresentações, os "defensores e amigos ursos" de Marcelito, ficaram muito unidos, solidários e felizes.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Fala moço Fala Moça


Cala "bouço" Alma gentil
Cala "bouço" Fundo falso
Cala "bouço" Feito pra ser um em dois
Cala "bouço Jeitão maneiro
Cala "bouço" Paixões labirintos
Cala "bouço" No revolto das emoções
Cala "bouço" Emaranhados lotéricos
Cala "bouço" Nas divertidas
Cala "bouço" Entre lágrimas e risos
Cala "bouço" Pulante saltitante
Cala "bouço" Encontros desencontros
Cala "bouço" No bolso
Cala "bouço" Liberdade pras Almas
Cala "bouço" Razão sem razão
Cala "bouço" Subidas descidas
Cala "bouço Na sombra e no Sol do invisível
Cala "bouço" Tá valendo corpo e alma
Cala "bouço" Estrupilho de ação e reação
Cala "bouço" Pisadas sobre ebulição
Cala "bouço" Nas Pegadas dos tempos, nas vidas!
Cala "bouço" Fala Amores
Cala "bouço" Fala moço Fala moça
Cala "bouço" Escuta moço escuta moça
Cala "bouço" Fala amores
Cala "bouço" No acorde do coração
Cala "bouço" Sem nexo no anexo
Cala "bouço" Fala amores Fala amores
Cala "bouço" fala moço fala moça



domingo, 7 de agosto de 2011

Fred Craque cidadão!

A pureza da arte nasce em qualquer lugar-parte 1

Marcelito o menino artista, cantava, lia tudo que chegava em suas
mãos,revistas em quadrinhos, livros de ficcção,comédia,terror,suspense, drama, enfim devorava leitura,também tinha pendor na acrobacia,seus movimentos eram harmonicos, até o seu andar assemelhava um bailado. Bem pequenino, Marcelito era irrequieto,seus pais ficavam assustados,ele nunca parava,sempre correndo, subindo nos móveis da casa, portal,pulava,saltava,quando ele caia, seus pais, achavam, agora ele irá se aquietar, ledo engano, quando passava a dor da queda, já estava Marcelito aprontando de novo, aos poucos, seus pais foram se acostumando com os saltos, piruetas,cantos e outras representações artísticas, que aliás,não eram poucas.
Marcelito foi crescendo, sua irrequietude foi sendo
lapidada no instinto, fazia cenas brilhantes, tudo no improviso, sua brincadeira favorita era representar, sua cabecinha não parava de pensar nas novas atrações.
Encantava os amigos, com a harmonia que demonstrava,constantemente o apelidavam,"de borrachinha pururuca",tamanha era sua flexibilidade e agilidade corporal. Marcelito adorava ser adjetivado,no seu entendimento era uma forma de aprovação, ria de contentamento.
Além, das acrobacias no solo,também, fazia estripulias nas árvores,seu intento era alcançar as copas das árvores.A partir daí,a plenos pulmões começava a cantarolar, incluia ao seu canto,os gorjeios dos pássaros passantes,o som do vento que embalava as folhas das árvores, colhia do acaso uma orquestra natural,tudo era motivo para criar instantes mágicos, sua arte era incessante, os curiosos, aproximavam-se para escuta-lo, outras vezes, adultos ao ve-lo no alto da árvore, pressentiam o perigo! gritavam:- Desce Marcelito!vc pode cair! Marcelito, escondia seu corpo entre as folhagens, cantava + alto. O adulto, então,falava:-Mesmo escondido Marcelito, sei que é vc!reconheço sua voz!daí, Marcelito trocava a entonação, fazia falsetes na voz,para desorientar,a frase como resposta era sempre a mesma:-"vou contar para os seus pais"! você não tem jeito mesmo garoto! Assim, era o dia a dia de Marcelito, criando situações novas, divertindo-se e alegrando os outros.

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Um grande amigo/a em alguns momentos assemelha-se a um pássaro encantado.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Dialeto das emoções

Sufoco emocional no invisível, ou seja, cárcere social,deixando corpos e almas sempre famintas, na imensa incerteza do hoje e do amanhã, independente do tempo de vida, o malabarismo no viver, deixa pouco tempo pra sonhar por conta própria, o infinito das dificuldades turva "a geral", originando "impaciência", ela cresce formando dialetos construidos pela incompreensão, a força física "é chamada", ocasionando + dor, tanto do corpo quanto da alma, os interceptores são acionados, a paciência norteadora do bem viver, vai pra "escanteio", os medos tomam posição na linha de gol, pernadas, raquetadas, no olhar da simplicidade, é visto que o oriundo, é a "desinformação", as necessidades especiais ficam imperceptivéis;
A luta pelo horizonte azul é obsessiva, não de forma poética! De fuga! Fugir da realidade forte e desrespeitosa que a vida se apresenta, os livros não conseguem descrever o dialeto emocional prático, assim, o encurtamento no entendimento dos letrados, que criaram a civilização, naõ conseguiram equilibrar intelecto emoção e físico,daí, os múltiplos dialetos emocionais,eles vão se subdividindo imitando o formato social, distanciando-os das melhores emoções, deixando como saldo restos de impaciência pra compor os ricos interiores, enfeitar externo, não é solução! A vida é orgânica!
Portanto, as lacunas precisam de flores pra cultivar o BEM QUERER.
Ofereço a Luz do SOL.

terça-feira, 7 de junho de 2011

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Carnavalescos/revolucionários

Num jogo quando o árbitro erra
O povo grita EMOÇÃO
Na política quando seus eleitos
pisam na bola ou pegam grana
O povo fica FRIO
Esperam o CARNAVAL pulam e cantam
Com as máscaras dos sem CARAS
É a SENTENÇA no popular
Luta sambada e cantada
Contra os desalmados do
nosso País.
Na união Num SÓ TOM
-elesvãopassarvãopassar-
BRASIL COM SEU POVO
ALEGRE E BATALHADOR/A
VÃO CONTINUAR (BIS)

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Aos Ki"tarados", mil desculpas
Kits desejados:
Transparência/ honestidade
Educação/trabalho/inclusão

terça-feira, 24 de maio de 2011

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Caminhos de Pedro parte 22

-Maria, Ah Pedro! Para de rir! Preciso de ponto pra passar direto na matéria dele,
logo o sinal tocou, todos instintivamente, encaminharam-se pra porta da sala de aula, os que saiam da prova juntavam-se aos colegas, com perguntas e dúvidas sobre as questões,até que o Prof. Murilo, saiu, num dos braços abraçava as provas no outro segurava sua pasta, Julinho todo garboso,se ofereceu pra carregar a pasta,Prof. Murilo, sorridente agradece-o;
-Maria, fez um sorriso maroto pra Pedro e baixinho comentou,"puxa-saco";Pedro fez um ar de riso;
- Prof. Murilo, e aí, fizeram boa prova?
-Todos falaram juntos,Prof. questão 4 e 9 ninguém conseguiu entender,sinistras!
-Prof. Eh levaram um xeque mate?
-Lina, Sem brincadeira Prof, é sério!
-Prof. Fiquem tranquilos, teremos + uma aula, sugiro que vcs dêem uma olhada no caderno e no livro hoje, pra discutirem a prova,aproveitem, que ela está fresca na cabeça de vcs, tentem + uma vez checarem as perguntas/respostas, "no stress"rsrs; Até a próxima aula!
-Maria,Vou falar = a nossa Diretora, "Bem", depois, dizem que eu sou implicante, vamos ficar com essa charada até a próxima aula dele,né? Discutiram ainda sobre as questões, em seguida sairam, já preocupados com outras matérias e a prova do dia seguinte.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Fabulosos ou gulosos!

Farofeiros de plantão:

-Oieeeee! Olha eu aqui! EU!
"Sou do bem! Sou do bem"!!!
Nova fábula em construção,
Cujo o sub-título,
"Barraco na pressão"
pros "sou do bem", agirem
condignamente.
E + holofotes neles,
eles merecem!!

sábado, 1 de janeiro de 2011

Vida que segue

Tantos anos, tantos momentos fáceis ou não, não importa, todos carregam seus penduricalhos, dentro de si; Eis que chega o último dia do ano! Os viventes pegam suas bagagens invisíveis lançam pro alto, ou seja os sentimentos desconfortáveis,tornam-se leves, é a energia da VITÓRIA, em cada corpo em cada alma viva, é bramado sem palavras, o entendimento está em cada olhar em cada boca degustativa que fala por si,os andarilhos buscam um foco pegam os meios de locomoção enchem-os com seus corpos sedentos  de novas esperanças, os moradores que habitam a geografia da festa andam no meio da massaruca os que estam de frente pra festa acendem as luzes postados em suas janelas olhando o cenário festivo, é festa" é esperança" É a final, com todos desejosos de começarem e recomeçarem, nova partida do jogo "viver"; Na partida os recicladores da cidade, carregam inteligentemente seus sacos em sua maioria sacos de cor preta, sabem utilizar os bons caminhos dão banho de sabedoria pra qualquer letrado do mundo, são phds em focarem as melhores saídas nas suas pelejas,"latinhas", acompanham o fluxo da cachaçada social dos alegres e esperançosos, falta pouco pra chegar o melhor momento e também o cobiçado amanhã, as cenas da louca alegria diverte, no engarrafamento natural dos coletivos a ânsia fala mais alto, por sorte começa na garganta da festa, andar de um bairro próximo a festa é mais  rápido que ficar em pé na lata ou mesmo com seus bundões no conforto dos acentos, vale tudo:
- "seu motorista abre a traseira, quero saltar!",
- Motorista trabalhador sério cumpridor das normas de ponto a ponto, nesse momento faz cara de pastél, se bancar o normativo finalizará o ano frito, olha com jeito de macho, pros intrépidos felizes, abre a porta da traseira do ônibus, fora de ponto,com cara de:
- "Quero chegar no ponto final do trajeto, cair fora na hora que fechar meu expediente", só isso! Depois, vou a forra, beber as minhas;
A festa tem foco pra todos , cada um apresenta uma graça, começar tudo de novo é o que todos querem, largam nesse momento as bagagens, "a vida é bonita", as cenas delicadas ou rudes completam-se na santa loucura dos felizes, não importa os transtornos pra chegar perto do palco lindo e artístico de silenciosos artistas que lançam a arte pros céus e pros seus iquais mortais, querem simplesmente viver momentos felizes, ao jeito de cada um, o medo de se perder na multidão faz com que as famílias e amigos deem as mãos, a corrente humana é imensa, coreografias diversas, crianças nos cangotes dos pais, mães enfim familiares que levam seus melhores presentes da vida "os pequeninos", iniciando-os na tradição festeira do viver, eles do alto observam que existe um mundão de gente meio que louca indo no mesmo sentido que os levam, e  pelos seus semblantes acham tudo muito normal! Que Legal! É bonanza! É paz!  No jeito de cada um sentir, mais um momento de catarse social, Os sóbrios bebendo pedindo renovação no viver. Os ébrios felizes, gargalham em seus gargalos olham pros seus =s cantam:
- "Eu bebo sim e estou vivendo", ao mesmo tempo buscam sagazmente alguém que de mole para  colarem como carrapichos.  Felicidade ao jeito de cada um!
ANO NOVO, VIDA NOVA, ROUPA NOVA, parabéns pros artistas da cidade Valeu! a massaruca foi... e irão sempre buscar ARTE....
SAÚDE...PAZ...AMOR... E ....
...........................................EDUCAÇÃO pra melhorar o VIVER...!?