domingo, 31 de outubro de 2010

Zé Pidões

Momento, trégua, silêncio
natureza humana
quem paga o pato dos
segredos que foram
expressados sem cerimônia
pra todos, o País na sua
orfandade, pelos
retumbantes desacatos.
Final
perdeu, perdeu!
ganhou! ganhou!
Agora!
Quem paga a conta?
da costumeira briga
medieval e "democrática",
no pedir votos;
Ora!Briga de vizinhos é horrível,
fará
de postulante ao governo;
não é dinheiro! Como é comum
escutar nas ruas.
São desculpas
pra todos que ligaram os
meios de comunicação, e
escutavam sem dó nem piedade
as mútuas ofensas
Quando é anunciado o final
do pleito, os olhares pra
nova eleita é só carinho
e amor, novas caras
sorridentes, olhando feitos
"AÉ";
Vemos novas caras de puxas-sacos
sorridentes, olhando pra eleita
feitos "AÉ",os conhecidos como
os "Zés Pidões"das charges;

Arrocho

A certeza por antecipação, é uma deflagração dos arrobos premeditados, porém, os resultados finais são lotéricos;
E viva a incógnita.......

Em jogo

Escravos de Jó, jogavam cachanga,tira bota deixa o Zé ferreiro estar;
Ciranda, cirandinha vamos todos cirandar.
Lembranças, Infância FELIZ....

É HOJE!!!!!!!

O grande dia dos caranguejinhos, escolherem os seus MOR!!!!
Embalados num inconsciente de artificialidades, dos comandantes
enrustidos de salvadores da PÁTRIA;
Gigantes pela própria in..natureza;
E vamos lá, o mundo gira nos papos a lá furos, o verde caiu no primeiro embate
mas, como todos os carangueijinhos, se vangloriam,pensam e dizem:
-As redes, não chegaram nas poças (do MEU habitá),hehehehe......portanto, estou longe dos panelões das águas que fervem, o negro petrol....escorre, nas vias internas do paraíso livre e sem fronteiras, os carangueijinhos aplaudem o ouro negro, OH! nossa terra é sagrada, ela não sacodi tanto quanto as outras, Os carangueijinho em sua comunicação:
-AH! que BAM....o outro da espécie diz:
-Aqui a terra é sagrada, não tem saculejo no fundo dela hahaha...
-É mas tem panelão em cima dela com água fervendo...E chora AÚAÚAÚ.....

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Ao pé da letra

A natureza é Pródiga, responde a tudo ao pé da letra;
Seu humor vai do cálido ao devasso, suas respostas
ficam por conta da eternidade
Dessa maneira ela mexe com as espertezas humanas,
de forma impar, com "imparcialidade".
Ela desconhece as riquezas que foram
construidas através dela,
Ela é transparente e emotiva
Ela é motivo de amor entre os apaixonados
Ela abomina os que querem se apoderar dela
Ela é "imparcial"
Na hora da sua devassa ela dá o troco
Deixando os marcadores desorientados
Ela desconhece as entranhas dos pensamentos
dos que dela, querem se aproveitar
Ela mostra a nossa eternidade dentro
da nossa trajetória existencial
Ela É
Ela doa sua gravidade
Pra que possamos pisa-la
Equilibrando nossos corpos
Dando-nos a fé, que dias
Melhores estão POR VIR.
Portanto a palavra humildade
É pouco pra pensar, falar,
escrever sobre ela
Ela não tem escalão
de vaidade
Ela É
Com nome ou mesmo
sem nome
Ela É....VIDA

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Briga de rua

Tá chegando a hora, ou melhor o dia das rabanadas fritas polvilhadas, com açúcar e canela, até lá, toma de canelada num sobe e desce incansável,as vezes uma paradinha, pro chá de canelite energizante, que ajuda no rojão, falta pouco, pro dia 31, "dia da vassoura achapelada".
Os fabulosos humanos com seus documentos irão teclar, tentando, tentando, sempre tentando,,,,até lá, muitas caneladas.
O Espaço territórial nacional encolheu, o ringue cresceu, através das inúmeras mordidas, rabos de arraias, cabeçadas nos cabeçudos, eles cheios de certezas, se acham!Acima de todos, e lá se vão estufando as peitolas, no "script, do agradar pra ganhar", até lá, os pseudos-seres votantes,só ganham numa descoberta,que não vivem no "país das maravilhas", como é apregoado pelos incansáveis "caneleiras",e sim,no "País das baixarias",contra os próprios concidadões.
"E viva a mentira"!
"OH! PÁTRIA AMADA E MÃE GENTIL",
e nós!
"Olhemos, os lírios dos campos!";
Voltando ao gigante ringue:
- Encontrão P&P= paft,paft expressão aritmética
- Discertação do Encontrão no Ringue:
-O entrincheiramento começou, passeio de apresentação com imensos sorrisos, dos P&P com os seus comandados e diversos especialistas, na área....humana....,
Apresentação dos figurantes, dos P&P:
- "psic..de um dos P":
- É o primeiro a falar:
- Gente, calma a vaia tá pro outro P,chama os nossos pra puxar aplausos,,,,
-O que escuta pouco se estufa todo:
-Estamos agradando;
O tízico entra rápido na cena e manda na lata:
- Calem, acabei de enxergar o escritor das caras e bocas,ele é apartidário! Finjam nos rostos, pra ele não fazer a leitura das nossas intenções!
O que escuta pouco:
-Escutou muito bem o tízico! Logo fez, carinha "BLASER";
O sabichão ou "intelectoide",cheio de gáz,"sem pum" diz:
-Aí,Manda o discurso sobre Escola! Avistei a maluca fanática por Educação de qualidade, daí, começou os empurrões,entre os P,pra frase chegar no alvo;
O ajeitadinho:
-Assim não dá pra frase chegar! Vamos fazer fone sem fio;
-Intelectóide fala:- Como é fone sem fio?
-Ajeitadinho, todo prosa hehehe, pensa dei um caldo no sabicho,hahaha,garbosamente explica, a gente bota a mão na boca, e passa a frase de ouvido em ouvido até chegar no chefe;
-O tízico: Escutou e entendeu na frente do sabichão,falou boa idéia,assim, o escritor não vai conseguir ler hahaha, começou a passar a mensagem no ouvido de alguém da frente, rapidamente ela chegou no "discurseiro", mas, por falta de sorte a mensagem, chegou avariada,o trunfo foi dito, com pompa, com o aval de todos os cérebros principais:
- Na nossa campanha, A Educação ganhará o nosso Calção, vamos dar Calção; o tízico todo nervoso, gritou essa palavra NÃO...
Do outro lado do Ringue,com os seus especialistas:
-O intelectóide sentenciou: Paparão mosca! gente, Rápido! manda essa, nós somos contra calções, o que se virava nos 30, "arra perderam a cesta".Vamos entrar quente,
-A réplica foi imediata, Nos não usamos seus calções, tira a Educação dessa estória.
O outro lado do ringue, veio correndo atrás do prejuízo, gritaram: -Mentirosos,abaixem as calças, queremos ver se vcs tem calções.
A professora fánatica por Educação, até então calada, quando o ringue passou pros ataques ligados aos calções, gritou:
-Vamos meus alunos sair daqui:
- Tive uma tia avó, ela estava numa festa, a muitos anos atrás, na Bahia, na época do lampião, ele e seu grupo, invadiram a festa,além de avançarem na mesa, comeram e beberam,não satisfeitos, até o bôlo do parabéns eles botaram nas sacolas, no final, exigiram que todos os convidados, tirassem as roupas, inclusive, as roupas de baixo, (calções e calcinhas das damas), botando todos pra dançar NU, eles eram tão petulantes que cantavam e mandavam todos cantarei a música debochada deles, minha Tia avó, nunca esqueceu o trauma do lampião:
Era assim:
Vamos dançar
tudo nu,
tudo nu
tudo de bunda
de fora
é agora...,
A professora quando acabou de contar a estória da festa, todos ficaram horrorizados com a semelhança dos fatos;
Saíram correndo,pra longe do ringue,deixando-o o vazio, os protagonistas perceberam que estavam na solidão,o + folgadinho pegou numa caixa, ovos e tomates maduros, olhou pros lados, viu que dava pra mirar no desafeto, e não seria visto, jogou em cheio na cara do adversário,deixando-o todo lambuzado.
O lambuzado, Ah ÉH, é guerra de baixaria, tirou a gravata limpou a cara e mandou de volta,as caras ficaram sujas, os tabefes vieram em seguida plaft,plaft,as vezes alguém gritava abaixa pra não ser filmado,a po......comendo solto no ringue;
Os lutadores de luta marcial,chegaram, a impressão era que eles tinham +de 2 metros de altura e largura, sem muito esforço,fizeram o aparte,dos brigões de rua, com muita elegância e delicadeza;
Todos ficaram assistindo de longe o bafafá, entenderam a mensagem dos marciais: A força está na Arte e no Amor.
Mas, como criança fala mesmo, O menino mãe:
-Quando eu crescer quero ser = aos lutadores, forte e bom!
A mãe respondeu:Então vamos pra casa, pra vc almoçar, descansar,fazer o dever da Escola e depois brincar.....

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Mentes Inquietas

Num bar da boemia, na lapa, um psiquiatra de forma nostálgica, sorvia vagarosamente sua bebida, de repente, uma mão pousou sobre o seu ombro, sem muita curiosidade virou-se pra ver, o dono daquela mão, sua inercia deu lugar de imediato a efusão levantou-se da cadeira, surpreso e sorridente:
-Menina! Quanto tempo! O que faz por aqui? Abraçaram-se;
Fan, grande amiga de infância, conviveram, nos bancos escolares,na infancia, adolescencia, foram pra mesma faculdade,cursaram medicina, nutriam um sentimento fraterno um pelo outro, não se viam há algum tempo, nesse momento seus rostos retratavam uma intensa alegria; Pediram uma bebida, pra comemorarem o fortuíto encontro.
Animadamente, relembravam os bons tempos, notícias dos amigos,de tenra idade, cada um tinha algum relato,assim, foram tecendo a colcha das lembranças, dos pais, irmãos, vizinhos, colegas de Escola, faculdade etc, as biografias eram sumárias, mas, a afetividade dava o tom enriquecedor, os amores do passado que viveram, a cumplicidade que tinham um pelo outro, quando levavam toco de alguém, ou os que eles davam, riam muito, orgulhosamente, falavam dos seus respectivos filhos, ressuscitaram, nesse pouco espaço de tempo centenas de nomes, em alguns momentos, fraquejava a memória, daí, um fato atípico a lembrança ressurgia, cada um contou dos seus amores atuais, o tempo parecia que havia parado diante de tanta riqueza.
Quando já tinham dissecado praticamente toda a memória afetiva, começaram a falar da profissão,nesse instante, suas fisionomias tornaram-se sérias, sem o ar até então, primaveril.
Tom e Fan, estavam com quase 30 anos, no exercício da profissão;
Tom, dedicava seu tempo,no integral em hospital,com duas tardes para consultório;
- Fan, Era o inverso, tempo pequeno em hospital, dedicação quase exclusiva no seu consultório, portanto, os dois tinham públicos, distintos e diferenciados.
Tom, trabalhava pros menos favorecidos financeiramente, Fan, pros afortunados,seus pacientes em sua maioria, representavam a elite, a nata da sociedade, os pacientes de Tom eram o leite pasteurizado, sem leiteira bateu pegou.
Desabafo de Tom:
- É Fan! Tou cansado! Que profissão desgastante! Um dia aí, eu estava tão atacado, que minha filha que é super bacana e afetuosa falou:
- Ih Pai! Tá no LER mental! UI, que neura, pega sua mochila,vai nadar ou surfar na praia, pra dar um alívio, vc já saiu de vc, e, está entrando de sola em todos aqui em casa. Sabe né, Fan! "Semancómetro", eu ainda não perdi! nem respondi, pequei minha mochila, fui nadar na academia, pra parar de surtar com eles;
-Desabafo de Fan:
- É! Eu sei! Agora, que eu aprendi, surtava direto em casa com meus filhos, marido, até vizinho não escapava se desce mole, no trânsito então fazia aquela catarse.
-Tom, kkkkkk.
-Fan,kkkkkkk,é,nem me dava conta, meu primeiro marido, saiu de casa cheio de bronca, dizendo:- Seus pacientes, "ram"! Agora eles que vão te curar! Vou me mandar! Antes de ficar doido!
- Foi uma lição Tom! Hoje, administro melhor meu trovão pessoal,com o meus filhos, o meu atual namorado,vizinhança até no trânsito to bem zen, aprendi a me proteger,com um método bem simples, antes de chegar em casa, vou direto, pra academia, me distraio, com a bobajada que rola por lá! Pra esquecer, a problemática do dia, Po... Tom, que sufoco, é a mente humana.
- Desabafo de Tom, no pão nosso de cada dia!
Fan, O pessoal de baixa renda, "cê" precisa ver o sofrimento! Cada caso, que eu nunca pensei que pudesse existir, as atrocidades que passam nas manchetes, não retratam, minimamente a tormenta da vida real! Fan, tou exausto! O universo mental, está desmoronado! Pelo menos,tenho esta sensação, quando entro no hospital,e + tenho a nítida impressão que a minha cabeça, está a prêmio,todos os dias! Não é fácil!
-Desabafo de Fan, É Tom, "cada um com o seu cada um", meus pacientes são os "pseudos-vitoriosos",lutaram pelo melhor que a matéria pode proporcionar em conforto, etc, se serviram dela, abundantemente e hoje esse mesmo servir, é o tormento deles ou delas, pelo ócio e o vazio espiritual,perceberam que o tempo não está preso as conquistas efetuadas. Algumas pacientes, sofrem muito por terem sidos belas no passado, o ouro que pegaram,hoje é o motivo dos sofrimentos, reclamam das "gaias que recebem dos seus digníssimos maridos, parceiros, ou coisa que valha, elas não se conformam com suas imagens,e todos os dias,o nome dos seus gaiosos desfilam nos meus ouvidos,Tom,kkkkk.Fan,kkkkk ah!quanto gaiatos, alguns casos são realmente de relevância, mas a maioria! É ócio mesmo cara, colocam o universo nos seus próprios umbigos, atendo + mulheres que homens, não sei, acho que os bares são os meus concorrentes de consultório,kkkkkk
-Tom rsrsrs, é + fácil tomar umas e outras um joguinho na tv do bar, olhar as belezas na rua, pra que consultório pro "bicho homem", só quando pega alguma fissura forte, aí não tem jeito, aí eles aparecem pra gente tratar, com o emocional todo vitrificado;
Fan, Estou com um p...projeto,até parece loucura,mas, é a minha motivação do momento, se não eu paro..
-Tom, Qual é agora Fan, desde de pequena vc sempre inventa algo,eu lembro que o pessoal dizia: EH, lá vem ela com as novas idéias, algumas eram fenomenais, outras toda errada, ríamos muito, seu rosário era eclético, lembra do Fê:
-Fan, Ah! lembro!
-Tom, ele jurava que não cairia + nas suas loucas sujestões, as vezes ele esquecia,daí, ele,raivoso, gritava foi a última vez que entrei na dela;
-Fan, Ah, quer saber Tom, continuo iqual, tem vezes que dá tudo certo,outras nem tanto;
-Tom, Mas, qual é agora?
-Fan, sabe como já te disse meu público, são pessoas com poder aquisitivo alto, 85% sofrem de ócio, associado as velhas lembranças, e suas recentes ou antigas,gaias,já viu, né! Auto estima baixa, inventam doença se eu der mole, querem remédio de tarja preta toda hora, então idealizei uma aventura,pra tal, eles tem que me trazer autorização assinada dos familiares ou de alguém escolhidos por eles,pra passarem 15 dias viajando;
-Tom, Ue! Vc trabalha com menor?
-Fan, Não a maioria são de 35 pra muitos;
-Tom, Então porque a autorização?
-Fan, Ah, pra levantar a auto-estima pra sentirem-se protegida por alguém, e sentirem que farão algo acima da mesmice em que vivem, não é um passeio qualquer, será uma aventura pra todos, se vc reparar, Tom, nos vivemos nos moldes de uma toalha bordadinha, onde, os que conseguem colocar o corpo dentro do bordado tem grana, mas, depois que o corpo está lá dentro todo folgado e feliz,a mente, da um bote, paralisa as emoções, daí, começa a merda pra gente, temos que usar tantas técnicas,nos sabemos que ajuda, mas, e daí? O molde cola, até um determinado número de décadas da vida humana, depois,fo.. qualquer um;
-Tom, Éh, tem razão, agora Por.., tô curioso pra saber da aventura psiquiatra da minha estimada e querida louca Fan?
-Fan, Sai pra lá, vc também não é flor que se cheira, esqueceu as suas doideiras? Eu lembro bem de algumas! Na época da faculdade;kkkkk, quando vc começou achar que podia entrar na mente de todos, aquela garota magrelinha que sentava, perto da mesa do prof. olhou pra vc, disse que cara Tom! Vc está passando mal? E vc disse não é que eu consegui chegar no seu ID, e ela disse vc é um bom dum tonto;
-Tom, Ah,é tô lembrado, ela era muito metida. Mas, estou curioso, de escutar sua aventura com os seus pacientes,tou de saco cheio do meu cotidiano, não tenho nem + vontade de escutar problema, não sei se vc me entende?
-Fan, Claro que entendo Tom! Estamos no mesmo barco! E se a gente não inventar cai no naufrágio.
-Tom, Como foi bom encontra-la hoje, estava bebendo e pensando, não vale a pena continuar nessa profissão, ninguém de fora consegue entender as aflições que nos cabe e desabafar com qualquer um é difícil, temos que ter a pronta resposta pra tudo como se fossemos " a enciclopedia ambulante do melhor viver", mas, vai lá conta o que vc vai fazer com os seus pacientes;
-Fan, Conversei com um amigo cineasta que por sinal, dei alta pra ele a pouco, ele vai comigo pra tirar idéias de um trabalho novo, é o seguinte, todos estão centrados nos seus umbigões e não estão percebendo + nada do viver, os prazeres estão enfadonhos, a vida no nosso país se limita a algumas faixas etárias, e as demais são enlatados, portanto, iremos pra floresta amazonica, cada um levará o mínimo pra si, o meu amigo, inclusive, já estudou um espaço bacana pra gente ficar, na viajem teremos a tarefa de nos auto suprirmos, alimentando as emoções que o conforto engoliu;
Ficaremos próximos a uma aldeia indígina, um reaprendizado afetivo, sociabilizador,ligado a natureza, vai ser legal, esse meu amigo já fez contacto com o pessoal de lá, cada um dos meus pacientes receberá uma lista de produtos que precisaram levar, daí será feito a distribuição, pois a carência é imensa por lá,será uma troca de necessidades; vão aprender a viver na natureza, esquecer um pouco de si, Já aconselhei, alguns que sofrem profundamente,com o tempo em suas imagens, nem levar espelho, lá tem lagos pra se olharem na hora de pentear as madeixas, o negócio é florir o interior,sabe como a beleza é limitante no emocional quando as pessoas se penduram nela.
-Tom, É como "dizia minha vó, beleza não poe mesa".
-Tom, Pô! muito legal! Quando vcs irão?
-Fan, Em breve, estamos na fase organização;
-Tom -Tem lugar pra mim? vou até como paciente! pois,tou no bagaço.
-Fan, Claro Tom! Vai sair agora dele! Estava precisando justo de um psiquiatra homem, tem alguns senhores que estão querendo ir, e uma psiquiatra e um psiquiatra fica + completo.
-Tom , Me avisa com antecedencia pra eu tirar as minhas férias.
-Fan, Claro! acabaram de beber e comer, nesse momento,o garçom chegou convidando pra saideira por conta da casa que estava na hora de fecharem,olharam o relógio riram, caramba! Quase 5 da matina! Pagaram a conta, antes porém, discutiram quem pagaria, acertaram um novo encontro pro outro pagar.
Foram embora, cada um tomou seu rumo, felizes, muito felizes! Com os pensamentos e os semblantes, primaveris.

Bole, Bole, Bole.....(codificado)

A festança tá rolando,
Bole, bole, bole,
Olha gente! O herói foi pro xadrez!
Entre os mocinhos a expressão
Tira o meu nome,UAU (gritos aflitos)
suspense no ar DANDANDAN
O xerife segurando o molho
das chaves, abre a boca de forma
solene, "gente vcs me deixaram na
mira da fogueira,tirem os gravetos
pra não alastrar.
Pra mim:
Tudo não passa de um grande
milagre de competência!
Os bombeiros vem chegando
com os seus extintores:
-Olha aí, damos curso
de salvamento, e diplomamos
os que passam. Estamos fora;
O xerife:
- Abre a boca novamente
eu só tenho a chave do xadrez!
o povo sabe disso! E por falar
no povo, escutem o canto deles;
Lálálá.
"upa neguinho na estrada
upa pra lá e pra cá".
Eu em! Vou largar esse chaveiro!
tá bichado! De fininho, sai o xerife
daí, acontece a pergunta da (tiiurma):
- Agora tá com quem?
que brincadeira boba!
brincar de esconder!
Claro! Pra não espanar o pessoal
antes da festa!!
Ouviram seus Ipirangas!pegos
sem a margem de segurança
Escutem, o que eles cantam
Peguem!
os boles boles...

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Pantufas

Tarde e noite feliz, promoções deixando a cidade em polvorosa, a população lança seus corpos com energia pros produtos ofertados,originando um emaranhado humano,algumas sandálias despreendem-se dos pés dos + afoitos, deixando-os com os produtos nos braços. Os descalços no momento que perdem suas sandálias, retornam pro "bololô",na tentativa de reaver seu bem perdido, sem choramingas tudo na velocidade no calor da paixão do momento, puxa a sandália do + próximo o novo perdedor assustado corre com o seu produto de oferta descalço, mira os pés de um qualquer próximo, agarra-o pelos pés, ganha a nova sandália daí, corre com o novo calçado entra na fila dos caixas, os caixas por sua vez estão acelerados atendendo a enorme demanda, e a dança das sandálias, comendo solto no salão de compras. As múltiplas promoções espalhadas em todo o estabelecimento! Quando enche bancada, o locutor abaixa absurdamente os preços dos produtos do outro lado da loja,artifício pra desanuviar o ponto de congestionamento enfim, é feito a arrumação do espaço físico, através das ofertas, os fregueses se espalham pela loja, deu certo! Baixinho o locutor aliviado esboça um "UFA" ;
Em dado momento, foi noticiado que a roleta havia atingido o máximo de pessoas, no estabelecimento, o chefão então comunica ao locutor:
- Faz o anúncio dos brindes, avisa que será entregue lá fora, mediante as notas das compras, não cabe + ninguém na loja! Rápido!
- O locutor com sua voz grave e harmoniosa, faz o inusitado anúncio:
- Prezados clientes, após os pagamentos deixem a nota das compras nas mãos, pois, no portão de saída vcs receberão um brinde, são "pantufas"! Pros descalços ou não! Os animados compradores muito felizes, no portão pegam o brinde, imediatamente enfiam as pantufas nos pés, na saída, alguns, estatalam seus "pandeiros no solo", o acompanhamento rítmico são as sonoras gargalhadas, os "pandeiros" fazem o tom do surdo, cena, muita louca, pensar que os frequeses ficam chateados? não! Todos bem felizes gargalham! Um grande e inesquecivel dia de boas promoções, as calçadas lizinhas recebem os deslizantes de pantufas, carregados de compras alguns, com seus carrinhos, outros com as sacas penduradas nos dorsos, lombos, enfim, suas sacas formam um adorno de celas alimentícias nos seus exultantes corpos, seus "traseiros panderam no solo e Tabum".
As senhoras e os senhores com as experiências dos anos vividos, fazem uma espécie de corredor rítmando nas palmas cada "tabum", e assim ficou o dia inesquecivel das compras em oferta do "tabum,hahaha,tibum, com as palmas marcando no tabúm";
E vida que segue.....

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Conversa informal

Sancho pancho
pancho Sancho
penso logo pancho
Pancho logo Sancho.
AH!
Sai pra lá pancho
Vem pra cá Sancho
Uai,Pancho
oxente Sancho
cadê o tricô do xale
hum, mexe na linha
Ah! que "marravirra"
deixa a chave na caixinha
da linha
pá da ponto
num "intendi"
cala boca! oxé
sabe nada!
Oxê que é uma mironga do
cabulechê!
Ih! oxê subiu o bonde
"qui nem "oxê"!
Pancho pança
Sancho penso
Ih papo cabeça
nem vem....
vamos continuar
tricotando, só
na linha!
Acho bom!!

No peteleco

Piq...Niq... Visceral,
Quem da +
Dou-lhe uma!!
Dou-lhe Duas!!
Ah! bate logo esse martelo!
Tá na hora da minha novela!....

Bola dentro

Talento, treinamento, ARMAÇÃO tática em quadra, dão o resultado final.

Os ppppppppppp.......

Briga de Jaburús,
Perú de fora não se manifesta.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Bola presa

Ditado usual antigo,que faz sucesso até hoje:
- "Quem não cola não sai da Escola", Uma descoberta atrasada de sua origem;
"Quem não dá cola, pros seus eleitores não entra na CASA da mãe Joaninha.
Talvés por esse motivo a Educação até hoje no nosso PAÍS não alavancou,
Perguntas:
- Será que é proposital? Ou será que os impostos pagos, vão pras campanhas das colas eleitorais, sem sobras! pra Educar!?
Creio que a resposta, ficará por conta da bola prisioneira. (dos votos).

Rolando lero

Os seringueiros mudos, observam sua matéria prima disputada,
no jogo dos PPPPPPPPPPPPPPPPP.....
Lá se vão cantando, "entre eles" uma música senha: -"voubaterpátupátubaterpámimoubaterpáminhaetuapatota";
Os novatos atletas,sem tanquinhos nas devidas panças,seguem no teatro de rua,rostos alto astral,viajam, viajam, viajam, braços estendidos pro alto, acenos....
E, vão que vão,nas caravanas divididas pelos "muitos P".
O povo escabriado,olham, ouvem,dançam as vezes,
- Aí Mané!Vão bater na gente;
- ah! Bater nada, nossa alegria é imbatível;
Final da estória as caravanas passam;
A alegria é soberana, tem resistência pra continuar sempre....

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Marina

Cola de mão
cola de chão
cadê os mestres
pra ensinar
Dna Marina,
perdeu/GANHOU!, mostrou
que o quadro faz levantar
o ser do mato e das cidades
Falou Marina,mexeu na fila
com maestria
a mata agreste lhe agradece
Agora é sopa!
verde e amarelo no alfabeto
Olha o vintão da educação