quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Inexorável / Inexaurível.

Jogo de palavras! O tempo é inexorável no externo, e inexaurível no cabedal dos viventes.Neste jogo de palavras antagônicas,existe uma necessidade implícita delas caminharem juntas, semelhantes, as paralelas da ginástica olímpica, o atleta sustenta seu corpo, dividindo o seu peso nas duas paralelas, para atingir o equilíbrio desejado,em busca do movimento corporal perfeito.
O esporte consegue explicar, o infinito e o finito em todos os momentos da vida, no momento da partida, os jogadores vencedores, sentem a infinita emoção da atuação vitoriosa,como recompensa o coro dos torcedores festivos na glória, as fisionomias tanto dos jogadores quanto dos torcedores,expressão,de forma única o grande êxtase da INFINITA alegria,no jogo seguinte, quando acontece a derrota,os mesmos que glorificaram não desculpam xingam de forma implacável,é a resposta da emoção do FINITO, próxima partida, os mesmos jogadores a mesma torcida, enfim é a ESPERANÇA, tudo de novo, o final do jogo nunca acaba, e assim vai sendo construido uma performance dentro do inexorável e no inexaurível, a balança, faz com que estes atletas lutadores, em "LIMITES ILIMITADOS, recebam, os novos talentos, seus iguais com pensamentos e atitudes prósperas, em pról do conjunto unindo talentos experientes e novatos, o podium da glória, sempre está ocupado e ao mesmo tempo com espaço para + e muito+ chegadas na INFINITA emoção da glória, todos sabem, que é necessário render seu máximo, que ninguém tem lugar físico cativo,o lugar fica eternizado nas mentes de seus torcedores, entendendo um pouco do suor e da super e saudável saúde dos atletas. Percebemos que o esporte não é só jogar e torcer, existe algo + para aprender.
Democracia é isso, abrir espaço, crescer talentos, olhar para trás e lembrar de feitos maravilhosos, viver o presente com boas colheitas e realizando novos feitos maravilhosos, para a prosperidade de novos cidadões.
O regulador do ensinamento dos Atletas é o próprio organismo, a natureza é sábia.
Só resta escrever, abaixo os cabochões.

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