quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Rosa e o segredo das Flores - parte 10

Na hora do jogo, Rosa correu para o vestiário, trocou de roupa e foi para a quadra fazer aquecimento com o time. Todas estavam concentradas; o técnico era um ex aluno da escola que já estava passando as instruções táticas.
Quando o jogo começou, o time de Rosa estava nervoso, errando alguns arremessos. Foi pedido tempo para novas instruções e o time, oas poucos, foi se encontrando. A torcida ajudava dando seu apoio. No primeiro tempo, a marcação foi muito dura; no último minuto Rosa fez uma cesta e o time ganhou com diferença de um ponto. No segundo tempo, o time ganhou com mais folga,
Tornando-se campeão dos colégios do estado. Subiram no podium para receber a medalha, que foi colocada pela diretora da escola.
O time de Rosa iria agora disputar com colégios de outros estados; nesta segunda fase, o
Campeão iria representar o país em jogos no exterior.
Foi um momento muito feliz e emocionante; o colégio estava em primeiro lugar no basquete, no atletismo e na natação.

quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

Sonho de Natal

Estrelinha do céu
Iluminando a criança
que viu Papai Noel
Foi abrindo os olhinhos
com a luz do céu entrando
iluminando o quartinho
a menininha em seguida
voltou a dormir com a
imagem do velhinho bonzinho
O céu foi clareando a menina
dormia, seu rosto refletia
um sono sorriso
Amanheceu os primeiros raios de sol

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

Rosa e o segredo das flores - parte 9

Pedro estava atento com seus experimentos. De repente, a mãe chamou os dois para tomarem banho e almoçarem para ir à escola. Rosa perguntou ao irmão:
-por que você não participou do time do colégio?
Rosa, eu não gosto de jogar, respondeu Pedro. Estou me preparando para a feira de ciências. Cada participante precisa mostrar um experimento científico e eu estou muito animado.
-Boa sorte, falou Rosa; se puder. Vai torcer por mim no jogo de basquete. Vai ser às três horas. A torcida é muito importante e hoje é um grande dia. Se meu time ganhar, estaremos na final entre os estados.

- Também desejo boa sorte, Rosa; irei para a torcida do seu time.
Pegaram as bicicletas, encontraram os amigos e foram para a escola. Na sala de aula, Rosa fazia um grande esforço para se concentrar na matéria que estava sendo dada pela professora. Toda hora lembrava do jogo; sabia que se seu tima ganhasse, muita coisa iria mudar. Ela formaria uma sociedade na natureza e as crianças formariam uma união no planeta.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

A MENINA DOS PASTÉIS-NO AEROPORTO.

Clarinha brincava,com o seu melhor amigo Betinho, em dado momento, Clarinha falou:- Betinho,vc sabe que vou mudar, e a mudança é de avião?
Betinho-Não,mas depois vc volta a morar aqui? Clarinha- não sei, eu escutei, a conversa do meu pai com a minha mãe,eles falavam que iríamos mudar.Betinho-Se a mudança é de avião, você vai morar muito longe!Clarinha-Acho que sim,não escutei toda a conversa,eles já começaram, a guardar e arrumar tudo lá em casa Betinho- vamos continuar a brincar, enquanto, você está aqui,Clarinha-É cadê a peteca, que estava na caixa dos brinquedos,para a gente jogar.-Aqui Clarinha, do seu lado,joga para mim.E ficaram alguns momentos, jogando, esquecendo a mudança que não os agradava.
No dia sequinte, Clarinha, acordou e como de hábito foi brincar com seu amigo, brincaram a manhã toda e os dias foram passando, eles pressentiam, que a mudança estava próxima, brincavam, divertiam-se evitavam falar na mudança.
Eram como dois irmãos, percebiam que estava chegando a hora da despedida,Clarinha, falou:- Betinho, lá em casa já está tudo arrumado, vamos mudar amanhã.-Betinho,puxa Clarinha, vou sentir muito a sua falta, todos os dias nós brincamos você é minha amiga e irmã.-Clarinha, Nós somos amigos e irmãos longe ou perto sempre,sinto que vou voltar a morar aqui de novo e ficaremos perto novamente. Betinho-Sabe Clarinha, eu também acho.E naquele dia jogaram bola, peteca,pularam amarelinha,subiram nas árvores,jogaram dominó, xadrez,até que o dia terminou e foram para as suas casas com os corações apertados de saudades pela mudança do dia sequinte.
Amanheceu,Clarinha falou para mãe-Mãe, quero ir na casa do Betinho, para me despedir.A Mãe- Antes Toma banho,para não atrasar.
.Clarinha, nem respondeu, foi direto para o banheiro tomou banho rápido.
Betinho, já estava na calçada,pegou as duas cadeirinhas de piscina e esperava por ela. Clarinha, foi encontrar Betinho.
Ele, estava sentado, na cadeirinha de piscina,Clarinha, sentou na outra cadeira,os dois não conversavam, simplesmente ficaram sentados, não precisavam da voz a conversa deles era com o coração o silêncio falava mas que qualquer palavra.
O carro chegou, Clarinha e Betinho,se abraçaram foi uma despedida muda. Clarinha, entrou no carro foi acenando para Betinho até não mas vê-lo.
Ao chegar no aeroporto, tudo era novidade, Clarinha, entrou no avião sentou na poltrona da janela, o avião foi decolando e Clarinha acompanhava tudo pela janela,as casas foram ficando miniaturas, a cidade aos poucos foi sumindo, o avião fazia turbulências, deixando Clarinha assustada ela começou a chorar alto, dizendo que estava sentindo um frio na barriga, as pessoas ficaram sensíveis ao medo de Clarinha, alquém sugeriu, coloca um travesseiro na barriquinha dela para ela esquentar da sensação do frio, a mãe de Clarinha aceitou a idéia e colocou o travesseiro na Clarinha, mesmo assim Clarinha continuou a sentir aquele frio,e chorou todo o percurso,com o frio na barriga e a saudade do amiguinho que ficará.
Ao desembarcar do avião,Clarinha ficou admirada com tantas novidades, o aeroporto era muito maior que o outro,muitas pessoas,tudo era muito bonito, tinha muitas lojas de balas, brinquedos, lojas com objetos que ela nunca havia visto, enfim,tudo era diferente e bonito aos olhos dela.
A mãe de Clarinha, pediu, para que ela segurasse a lata com os pastéis,Clarinha,neste momento viu a pista dos aviões e ficou encantada com a beleza dos aviões correu para a pista com a lata de pastéis debaixo do braço,ela queria ver o avião que estava subindo, ninquém percebeu a fuga de Clarinha,na pista ela encontrou, muitos homens vestidos de azul, com ferramentas nas mãos, Clarinha, se aproximou, ofereceu os pastéis da lata, neste momento, uma voz no microfone, chamava pelos responsáveis,da menina vestida de vermelho, que encontrava-se na cabeceira da pista, com perigo de sofrer algum acidente, os homens de azul pegaram os pastéis e retornaram ao trabalho nos aviões. Clarinha,não tinha noção do perigo, se divertia muito abria os bracinhos imitando as asas dos aviões, corria, de um lado para o outro, todas as pessoas no aeroporto assistiam apreensivos a criança que corria junto com os aviões, quando alquém se aproximava dela ela corria muito mas para brincar naquele espaço,a travessura de Clarinha atrasou os vôos , paralizou todo o aeroporto todos acompanhavam a cena da pista da menina que imitava os aviões com uma lata na mão,ela fazia zique zaque na pista com os aviões. Até que um dos homens vestido de azul consequiu alcançar Clarinha e levou-a para dentro do aeroporto, neste momento a mãe de Clarinha já estava aguardando a filha,Clarinha entendeu que algo estava errado pois ela passou e todos os passageiros do aeroporto estavam olhando para ela,a mãe estava muito séria. quando viram a chegada da Clarinha para o local que ficam os passageiros, uns riam outros faziam expressão de reprovação com o rosto a mãe da Clarinha deu lhe uma reprimenda.
Clarinha,lembrou do seu amigo e comparou a saudade do seu amigo a lata vazia de pastéis.
Outros amigos, outros pastéis e a lembrança do primeiro amigo da infância.

"Amigos para sempre longe ou perto"

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Acorda Brasil, muitos dos seus filhos já estão caídos no chão, sem berços e calçadas.
"no chão".

Rosa e o segredo das flores - parte 8

As flores disseram querendo consolá-la:
- Na vida tudo tem conserto. Agora, você está conhecendo a dor das diferenças. A estrelinha não agüentou ver tudo do céu sem fazer nada e, por isto, escolheu você para ajudá-la a sensibilizar as pessoas, trazendo a beleza da natureza para a cidade. O ser humano é natureza...
-Pense, continuaram as flores, você é uma menina mas se espantou com estes fatos. Há pessoas tão fracas que crescem e envelhecem vendo tudo isso e nem percebem a necessidade de serem solidárias, de amar, de participar!

Rosa agradeceu às flores e disse:
_ Amanhã, vamos conversar com a estrelinha; além de jogar sementes nos jardins das ruas, vamos deixar também uma sementinha em cada casa para despertar os corações dos moradores; será a semente da solidariedade.
Despediram-se e Rosa foi dormir.
No dia seguinte, Rosa levantou cedo, tomou seu café da manhã, fez os deveres de casa e correu para o quintal. Falou para as flores que estava preocupada com a importância da competição da qual participaria naquele dia. Treinou arremesso na cesta do lado da casa até cansar e depois ficou descansando um pouco ali mesmo na casinha da árvore.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Escola natural

Uma lagoa, com água cristalina. O cenário era muito belo os viajantes faziam suas paradas neste local, bebiam água, alimentavam o organismo, descansavam, entabulavam novas amizades com outros viajantes, trocavam informações, de novas paradas para descanso. A lagoa era habitada por muitos peixes coloridos, cisnes, patinhos e outros aquáticos, que não apareciam na superfície uma fauna fantástica, o sol ao bater na lagoa refletia o céu e as nuvens brancas com suas formas em constante mutação. As nuvens não sinalizavam a próxima imagem deixando sempre a curiosidade dando chance ao imaginário dos que ali passavam para novas descobertas do encantamento do céu a lagoa apresentava o novo em formas e cores diversas os pássaros voavam em bando e também tinham suas imagens refletidas na lagoa enfim nada era definitivo toda a beleza do cenário era passageira tudo era belo com suas diferenças sem nenhuma supremacia e nem escolha de predominancia, o tempo era passageiro para todos o cenário transcorria livre.
Em dado momento sem prévio aviso surgia uma orquestra da natureza, tendo como maestro o vento brando que balançava os galhos finos das árvores e as folhas, os vegetais rasteiros, também eram embalados pelo maestro e eles emitiam o seu canto junto as árvores com acordes misturados ao canto dos pássaros que voavam livremente acima das árvores e acima da lagoa.Por sua vez a lagoa participava também com movimentos rítmicos das águas embalando seus hóspedes aquáticos sobre a batuta do vento e entrava na sinfonia da natureza com seus cantos, os protagonistas desta arte com humildade ofereciam esta para todos os seres vivos.
O vento começava a soprar seu assobio. A tartaruga Jujú arrastava-se pela grama junto com Maricota, sapo Beni coachava no seu próprio tom ao ver suas amigas tartarugas chegando, enquanto a perereca Teca saltava de toco em toco toda enciumada, numa percursão nervosa. A capivara se esfregava nas arvores e chiava contente. No céu andorinhas assobiavam e outras traziam em seus bicos frutinhas para alimentar os músicos que se juntavam ao chão. A maritaca Sara se arrumava num galho e começava a se aquecer para o seu solo, enquanto o resto do coral de maritacas juntava a seu redor. De um local mais favorável, rolinhas se aglomeravam e uma preguiça balançava-se num ritmo quase imperceptível, todas preparando seus ouvidos para a sinfonia que se anunciava. O papagaio se empoleirava todo emplumado e cheio de si, sem saber cantar direito, fazia-se de mestre de cerimônia, chamando com sua voz estridente aqueles que ainda não conseguiam ouvir, enquanto era zombado por um bem-te-vi que repetia sua ladainha "bem-te-viiii, bem-te-viii".
Os peixes da lagoa saltavam pra fora d´água e caiam, fazendo malabarismo e saltos ornamentais, jogando água em quem preferia assistir perto de mais. Os menores apenas se sacudiam na água, imitando o som do mar. Tudo ficava mais bonito com as ondas que o vento soprava com cautela, pra que não atrapalhasse a performance dos peixes.
O vento em si, percebendo quantos músicos já o acompanhavam, aumentava o tom para se fazer ouvido por cima dos outros sons, misturando tudo, compondo, arrumando, comandando o ritmo.
Mas muitos humanos nem percebiam a musicalidade que aqueles fins de tarde tinham. Só alguns poucos, cansados de suas vidas no trabalho, juntavam-se onde descansam os tatus para ouvir um pouco o que aquela pequena orquestra tinha para oferecer.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Rosa e o segredo das flores -parte 7

De repente, o quintal ficou todo iluminado e com muitas cores: prateado, azul, rosa, amarelo, lilás. As flores ficaram admiradas com a beleza colorida; a estrelinha desceu bem devagar.
-Olá, Rosa, vamos! Eu trouxe as sementinhas.
-Onde vamos começar a lançá-las?Perguntou Rosa.
-Vamos pedir as flores e ao ventinho para escolherem os pontos onde lançaremos as sementes.
As flores e o ventinho conversaram entre eles, pensaram e, por fim, responderam:
-Por que não começam pelo nosso bairro?
Todos gostaram da sugestão e assim foi feito; começaram pelo bairro.
Rosa e a estrelinha subiram e foram lançando sementes por todo o bairro; em cada rua um tipo de semente de forma que as ruas iam ficando com com diversas cores e com flores de várias espécies.
O que chamou muito atenção de Rosa foi o grande número de pessoas que ela viu dormindo na rua.
-Nunca pensei que houvesse tanta gente sem casa.
Então a estrelinha explicou para Rosa:
-Existem muitas diferenças nas coisas da vida. É através do conhecimento dessas diferenças que o ser humano pode se fortalecer.
Muitas vezes um morador de rua é mais forte como pessoa do que alguém que tenha uma casa para morar.
Rosa escutava calada; logo depois desceram. A estrelinha despediu-se de Rosa, das flores e do ventinho e foi subindo. Quando a estrelinha sumiu, ela começou a contar para os amigos como foi emocionante ver a cidade do alto com a estrelinha; falou também sobre a beleza da cidade e de como à noite era tudo diferente. Viu pessoas bonitas e alegres e outras deitadas no chão, dormindo nos lugares mais escuros e sombrios. As pessoas passavam e não as percebiam ou fingiam não vê-las. A estrelinha mostrou a Rosa uma vida que a televisão não mostrava, a forma como viviam as pessoas que não tem onde morar; ela ficou muito triste vendo essa parte.

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Rosa e o segredo das flores -parte 6

No dia seguinte, acordou cedo, foi para o quintal com o seu irmão, subindo na árvore. Rosa não falou ao irmão sobre a visita da estrelinha; apenas perguntou a ele:
Pedro, você acredita que uma estrela pode descer na terra?
-Claro que não, respondeu Pedro. Estrela é do céu e a terra já tem seus próprios habitantes: os homens, os animais, os vegetais as montanhas, os rios, os mares, etc...
Rosa insistiu:
-Mas, se uma estrelinha descer uma noite?
Só se a gente estiver dormindo e sonhando.
Os dois sorriram e foram para a casa tomar banho e almoçar. Depois pegaram as bicicletas e foram para a escola.
Rosa estava muito feliz com o segredo das flores,da estrelinha e do ventinho. .
Ao mesmo tempo ficou preocupada; afinal, fora escolhida para ajudar o planeta e perguntava para si mesma:
Será que vou conseguir? Tenho que ser melhor do que já era, já que ganhei o prêmio.
Quando saiu da escola, foi direto para casa conversar com as flores e falar da sua preocupação.As flores sorriram e disseram:
-Quem sabe cuidar tão bem de um jardim pequeno como o nosso, está preparada e o principal não é só a beleza visual.Até o orvalho da noite, quando chega para nós visitar, já falou que nós formamos um jardim muito bem tratado.
Rosa falou da sua preocupação com a altura; afinal, estava acostumada a subir na árvore mas passear no céu tão alto com a estrelinha era outra coisa. Estava assustada, não sabia se, na hora, iria ter medo.
-Você talvez tenha razão, disseram as flores, pois na terra temos segurança. Mas o homem teve a inteligência de construir um avião e, para isso, ele se espelhou na natureza, no sol, na lua e nas estrelas também. ( As flores estavam falando de Santos Dumont). Assim como o avião, o carro também pode sofrer acidentes. Por isto, o homem precisa ter cuidado. Em alguns casos, a natureza se mostra muito forte em relação ao homem que, por mais forte que seja, não consegue superá-la. Mas, não tenha medo, você estará segura com a estrelinha. Você vai ver o mundo de um modo especial. Nós estaremos acordadas, esperando você voltar para nos contar tudo.
Rosa ficou mais tranqüila. Naquela noite jantou com a sua família, fez o dever de casa e foi para o seu quarto. Quando escureceu, foi para o quintal. As flores embaladas pelo ventinho da noite, estavam esperando por ela.Rosa estava alegre e ansiosa. Ficaram aguardando a estrelinha aparecer.

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

O SOL E A EDUCAÇÃO PARA TODOS

O objetivo principal da Educação física é a inclusão social.
Quando vemos nos esportes de massa como exemplo: futebol “o rei Pelé,” mundialmente conhecido idolatrado por todas as raças, credos, enfim quando surge um talento a paz é instalada no coração dos seres humanos. O talento esportivo é o primeiro caminho da paz, pois eles são seguidos por todos e estes talentos são um dos ícones para a humanidade com valores que o dinheiro não compra, a alegria é espontânea e ela não precisa de cartilha, o levantar dos braços e o grito de um gol sai da boca de qualquer um, seja no palácio, seja no casebre ou na porta de um botequim, por um morador sem destino social. Quando um povo percebe que a mão do homem apertou muito o cerco em padrões sociais que estes padrões normalmente são excludentes. O esporte faz a diferença no sentido de afrouxar as rédeas impostas, pois o entendimento da alegria é natural e livre.
Pelé está vivo, com boa saúde e é um mito mundial, porque invoco a vida dele, a cultura humana gosta de idolatrar mortos e Pelé é rei duas vezes, rei pelo talento demonstrado ao mundo com sua performance impecável no futebol e por ser cultuado como um ser vivo que dá alegria aos seus contemporâneos e aos mais novos.
Após o milésimo gol de Pelé, com a emoção “ Ofereceu aquele momento as crianças", na época sua frase foi mal interpretada e o chamaram de demagogo, e os próprios que acharam a frase imprópria na época, esqueceram que ele ascendeu pelo seu dom esportivo, pois morava em um lugar escondido no país e este lugar também ascendeu com ele “três corações”, aliás um nome muito bonito, o mundo precisa sempre de corações para justificar a vida. Hoje faz sentido a frase dele, tem muitas crianças que não foram olhadas e o esporte com certeza é um divisor de águas. A Educação Física tem muitas especialidades que favorece no aprendizado e na educação, aprender com técnicas divertidas ajuda a fixar o aprendizado formal, uma atividade muito interessante no estudo formal é a atividade (recreação) por ser lúdica ela é muito integradora e fazendo uma analogia com a expressão da fisionomia – quando estamos sorrindo acionamos mais ou menos 60 músculos faciais e o rosto carrancudo aciona 5 vezes mais músculos, a vaidade estética das pessoas é em relação as rugas nos rostos, podemos estender para o aprendizado em evitar as rugas do intelecto o estado de sorriso é uma boa opção na educação.
Aprender com alegria é uma especialidade da Educação Física. As regras de respeito a si e ao próximo são claras e o direito de todos é uma conseqüência do aprendizado sem diferenças, o ser nasce para representar um momento na vida que este momento seja bem proveitoso para todos e deixar como herança de vida bons caminhos para que outros venham percorrer e assim, é a vida que os humanos na imitação vão levando como bagagem para o seu percurso.
O esporte é uma escola, principalmente para educar no bom caminho de inclusão social.”O sol nasce para todos e a chuva fertiliza a terra”, para que possamos caminhar, fortes, saudáveis, portanto, as diferenças podem terminar se tivermos bons ícones humanos, que venceram as agruras e sobrepujaram as barreiras feitas por pessoas que na verdade não são conhecidas e não são ícones para a humanidade.
Ensinar e aprender juntos é um desafio a favor dos melhores conceitos que sempre serão inacabados para dar alegria a todos. EDUCAÇÃO FÍSICA

Uma das fontes de inspiração "Luz do Sol"

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Rosa e o Segredo das Flores - Parte 5

Rosa ficou sem fala; o ventinho da noite movimentava as flores suavemente de maneira que elas iam um pouco para frente e voltavam para trás como se confirmassem o amor de Rosa pelas flores.
-Qual o prêmio? Perguntou Rosa curiosa.
-O prêmio é você passear comigo e conhecer outros jardins me ajudando a jogar sementinhas para que nasçam mais flores, para que o planeta tenha mais verde, melhorando o oxigênio e melhorando também a saúde dos homens e dos animais. Estas sementinhas, ao se transformarem em flores, têm o poder de deixar os corações das pessoas com mais alegria, felicidade e amor ao próximo. Rosa ouvia tudo maravilhada. Então, a estrelinha perguntou:
-Você quer mesmo ganhar o prêmio?
-Claro que quero, respondeu Rosa, sorrindo e abrindo muito os olhos.
-Todas as noites virei busca você; amanhã começaremos nosso passeio.

Neste momento, a estrelinha subiu e o quintal escureceu novamente. Rosa ficou ainda um pouco na companhia das flores e do ventinho; depois, despediu-se e foi para a cama dormir.

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

CIDADE DOS PASSARINHOS


Uma cidade muito bonita com muitos prédios e árvores frondosas.
Os passarinhos amarelos descansavam nas árvores, um pássaro marrom veio para conversar:
- Alguns meninos jogaram pedra com atiradeira no ninho do Zeca e ele teve que dormir no fio de alta tensão e acordou levando choque. Ficou muito triste e saiu voando.
Os passarinhos amarelos falaram:
- Porque antes dele dormir não falou com a gente? Nós ajudaríamos a montar um ninho durante a noite, nos revezamos na construção daí todos dormem um pouquinho e, até de manhã, todos faríamos um novo ninho.
Lito, o pássaro marrom, respondeu:
- Sabe como ele é muito teimoso. Eu mesmo falei para ele dormir no meu ninho, ele me respondeu “Se os humanos recebem luz dos fios e não acontece nada, vou dormir no fio condutor de luz dos humanos”. Eu falei que eles são fortes, um choque neles é como se fosse um beliscão e nos somos passarinhos e frágeis.
E assim os passarinhos perceberam que os fios elétricos dos humanos não eram o melhor dos poleiros pela experiência do pobre Zeca e que as árvores da natureza eram abrigos amigos. Todos começaram a fazer seus ninhos mais altos nas árvores para terem mais proteção. O Zeca viajou um pouco para relaxar da dor dos choques e depois voltou para reencontrar os amigos em suas casas mais altas e com um ninho novo feito por eles para o Zeca.


VOAR, VOAR PÁSSAROS SÁBIOS
QUANTO MAIS BATEREM AS ASAS
MAIOR SEGURANÇA NO MOMENTO
DO POUSO PARA DESCANSO O
MAIS FÁCIL É UM FIO ONDE É
PERFEITO O ENCAIXE DOS PEZINHOS E NESTE
MOMENTO DO CONFORTO QUE A SAPIÊNCIA
DOS PÁSSAROS ADORMECE EM ALTA TENSÃO.

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Rosa e o Segredo das Flores - parte 4

Rosa estudava o necessário. Gostava muito de esportes e as aulas de Educação Física eram as suas preferidas. Participava de todas as atividades terrestres e aquáticas. Começou a treinar basquete no colégio; em breve iriam acontecer os “Jogos Infantis do Estado” e sua equipe iria participar representando o colégio.
Em casa, após chegar da escola, treinava arremesso todos os dias. Quando parava para descansar, conversava com as flores do jardim, bebia água e aproveitava para regar as flores. Rosa costumava contar para as flores tudo sobre o seu dia, fazia perguntas e pedia opiniões; as flores sempre respondiam e davam conselhos a ela.
Certa noite, Rosa estava na casinha e, de repente, ao olhar para o alto, viu uma estrelinha muito iluminada se aproximando dela e das flores. A estrelinha chegou tão perto de Rosa
que sua luz iluminou todo o quintal, enchendo-o de cores.
-Estou fazendo uma visita à terra, falou a estrela. Escolhi sua casa para pousar, por ver o cuidado que você tem com as flores seu jardim é pequeno porém, todas as flores são saudáveis e a terra é muito bem tratada. Já vi que você é muito amiga da natureza. Eu vim oferecer um prêmio ao jardim que fosse tratado por uma criança e o seu foi o escolhido.

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

ENSINAMENTO DO AMOR

Em uma cidade onde os habitantes eram apaixonados por animais o carinho era incondicional pelos de estimação, foi criado através deste amor espontâneo consertos no afeto social humano.
Todos já estavam cansados do amor do dar e receber como prêmio social. O convívio humano tornou-se árido, amores mal resolvidos, muitas mágoas, intimamente os corações eram solitários, o cérebro fazia uma proteção nesta fragilidade que as pessoas passaram a ter sobre o amor.
Criando mecanismos de ocupações tecnológicas virtuais, enfim ocupando todo o tempo possível das pessoas para evitar a dor da dificuldade de amar.
A forma espontânea de oferecer amor aos animais ajudou na reflexão, o animal não dá matéria em troca e precisa sempre de cuidados diários, e o que ele ofertaria seria amor e alegria. Todos que tinham animais eram muito felizes com o amor de seus “bichinhos de estimação”, quando eles adoeciam cuidavam deles e se desesperavam até que eles ficassem saudáveis de novo. Conversavam com eles e o entendimento do racional com o irracional era puro afeto e amor, uma linguagem afetiva própria deles.
Até então ninguém se dava conta do vazio espiritual entre os humanos que estes estavam vivendo, principalmente quem não tinha animal de estimação, até que ocorreu um fato aparentemente desfocado, mas que mudou o rumo afetivo de todos.
Chegou certa vez na cidade uma nova professora do interior, que admirada com a maneira como os animais eram tratados, não entendia como as pessoas podiam ser tão frias umas com as outras. Será que ela não poderia fazer com que todos tivessem este tipo de afeto desinteressado uns pelos outros também?
No primeiro dia de aula dispensou a matéria tradicional, entrou com seu bichinho de estimação na sala de aula causando grande comoção usando dos próprios conceitos que já estavam na mente daquelas crianças sobre como tratar os animais, começou a direcionar esta idéia para o convívio social, administrou uma aula sobre afeto, solidariedade e alegria, criando com estas três palavras uma gincana escolar.
Os alunos passaram a estudar com motivação e levarão para os seus lares novos conhecimentos práticos de amor ao próximo, assim envolverão familiares e vizinhos.
Quando a direção do colégio viu a melhora no desempenho dos alunos passou a empregar este método de forma oficial e aos poucos o envolvimento da cidade com a gincana escolar foi espalhando e contagiando todos com estes três sentimentos (afeto, solidariedade e alegria).
A cidade mudou, o amor passou a fluir naturalmente nos corações das pessoas, o cérebro voltou a ter a função de irrigar conhecimentos para a prosperidade e assim todos passaram a viver com felicidade por muitos e muitos anos.

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

Rosa e o segredo das flores - parte 3

O caminho para chegar à escola era muito interessante; primeiro atravessavam uma ponte sobre um lindo riacho; em seguida passavam por um túnel de árvores que era conhecido como o “túnel das mangueiras” pois eram vários pés de manga enfileirados dos dois lados da estrada; lá no alto as copas das árvores se juntavam e formavam um lindo um lindo túnel com os raios de sol se filtrando através das folhas e dos galhos. Além de lindo, ali era muito fresquinho. Depois passavam na frente da casa de André e Marcos que juntavam-se aos dois, também de bicicleta. Um pouco mais adiante, encontravam as irmãs Marcela e Ângela que, algumas vezes, por morarem mais perto da escola, trocavam as bicicletas por patins. E lá iam todos alegres para mais um dia de estudo.
-Vamos apostar corrida? Perguntava Rosa quase todos os dias, depois que guardavam as bicicletas.
-Vamos, respondiam os outros juntos. E saiam correndo até a sala de aula.
Pedro era muito estudioso; dizia que queria ser cientista. Sempre se destacava nas aulas de ciências e adorava os experimentos. Ele gostava tanto de fazer experiências que teve a idéia de aumentar a casa fazendo um laboratório ao lado.

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Operários

Madrugada. O silêncio é quebrado com os passos dos trabalhadores, as estrelas e a lua cheia emanam uma tênue iluminação, na estrada de chão batido, muitos caminham por ela iniciando mais um dia de labuta.
No término da estrada tem a travessa dos trilhos que outrora fora trilhos dos bondes. E lá se vão os andarilhos silenciosos com uma expressão nos rostos de mesmice, nas mãos alguns carregam suas marmitas outros surradas mochilas, depois da travessa tem uma parada onde uma senhora vende bolinhos de aipim e cafezinho com preço baixo e um caderninho para o fiado, ela é o oposto deles grita que tem bolinho fresco o cafezinho saiu agora, ri, faz piada parece um despertador humano, neste momento começa a diversão que dura poucos minutos mas que dá um despertar, preparando-os para dura rotina do dia.
As conversas giram em torno do futebol, especialmente do jogo do dia anterior. Os jogadores do time, uns são endeusados, outros execrados. Os trabalhadores liberam emoções, há uma modificação completa das fisionomias dos torcedores do time vencedor, ficam com os rostos alegres, expressões infantis de menino, já nos torcedores do time que perdeu a expressão é de homens bravos. De repente a senhora dos salgados, para suavizar o clima entre eles, fala que o juiz roubou, prejudicou o jogo. Dona Efigenia além de especialista nos salgadinhos mantém um clima de camaradagem entre os seus fregueses. A conversa muda para a arbitragem suavizando a derrota do time, dona Efigenia sabe, mesmo com toda a simplicidade dela, que todos eles quando o time ganha se incorporam nos seus ídolos e se sentem heróis e na derrota do time sentem também o fracasso em si mesmos, daí ela rapidamente coloca a culpa no juiz para fortalecer o dia do operário na sua fantasia de campeão.

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

Rosa e o segredo das flores - parte 2

Pedro, seu irmão, gostou também da idéia mas preferiu fazer uma casa de barbante, imitando uma oca de índio; passou os fios de barbante pelos troncos e colocou ganchos no chão para fixar.
Na frente de sua casa na árvore, Rosa plantou flores formando um lindo jardim; nos fundos ela colocou uma cesta de basquete, em um dos lados jogou areia no chão para treinar saltos, pois gostava muito de praticar esportes. No outro lado ela colocou um balanço depois de
Pedir a seu pai uma corda e um pedaço de madeira. Rosa era uma menina que amava a natureza e os esportes, mas também gostava de se divertir no balanço.
Os amiguinhos de Rosa e Pedro gostavam muito de brincar com eles nas casas das árvores. Os dois irmãos se distraiam tanto nas brincadeiras que, muitas vezes, sua mãe tinha que levar comida para eles, pois esqueciam até de se alimentar. Outras vezes, ela advertia logo de manhã antes de eles irem para o quintal:
- Se vocês hoje não vierem na hora certa para o almoço, vão ficar de castigo! Todas as manhãs era a mesma coisa: eles brincavam até a hora de se arrumarem para ir à escola.Como a escola era perto de casa, costumavam ir de bicicleta.

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Rosa e o segredo das flores - parte 1

Rosa morava com seus pais numa linda casa com um quintal cheio de árvores.
Todos os dias pela manhã, Rosa levantava da cama,chamava seu irmão Pedro e os dois iam para o quintal subir nas árvores;era o que mais gostavam de fazer.Quando a mãe os chamava para o café da manhã, eles vinham, tomavam o café rapidamente e voltavam para as árvores.
Cada um tinha sua árvore preferida. Rosa gostava do do pé de manga e Pedro preferia o pé de goiaba.
Rosa havia assistido a um filme em que o personagem construiu uma casa em cima da árvore e ficou maravilhada com a idéia. Ela, que era muito observadora, prestou bastante atenção nos detalhes e resolveu, ela mesma, construir a sua casa. Prendeu umas tábuas nos galhos mais fortes e, assim conseguiu o que queria. E, lá em cima do pé de manga, ficou sendo o lugar preferido de Rosa.